Conselheiros exigem que presidente do São Paulo rompa com Independente após conflito
Fonte Blog Jorge Nicola
8 de Julho de 2016
Morumbi se transformou numa praça de guerra depois da partida semifinal
A derrota por 2 a 0 para o Atlético Nacional não foi a única dor de cabeça para o presidente Leco nesta quinta-feira, após a primeira partida semifinal da Libertadores. Há enorme pressão interna para que o dirigente corte qualquer relação com a Independente, maior organizada do clube, devido às cenas bárbaras do lado externo do Morumbi.
Por meio do grupo de WhatsApp dos conselheiros, foram vários os pedidos por uma posição firme de Leco. As reivindicações também têm a ver com a ameaça de centenas de torcedores, por meio das redes sociais, de que vão abandonar o programa de sócios-torcedores.
O motivo? Um grupo de uniformizados intimidou, agrediu e assaltou torcedores comuns depois do jogo. Há relatos, inclusive, de são-paulinas que foram assediadas. A Polícia Militar reagiu e houve confronto, com dezenas de feridos e nove presos.
Em janeiro, Leco afirmou em entrevista que a diretoria contribui com as facções ao dar ingressos e distribui dinheiro para desfiles no Carnaval. A declaração rendeu ao presidente a ameaça de investigação por parte do Ministério Público.
A derrota por 2 a 0 para o Atlético Nacional não foi a única dor de cabeça para o presidente Leco nesta quinta-feira, após a primeira partida semifinal da Libertadores. Há enorme pressão interna para que o dirigente corte qualquer relação com a Independente, maior organizada do clube, devido às cenas bárbaras do lado externo do Morumbi.
Por meio do grupo de WhatsApp dos conselheiros, foram vários os pedidos por uma posição firme de Leco. As reivindicações também têm a ver com a ameaça de centenas de torcedores, por meio das redes sociais, de que vão abandonar o programa de sócios-torcedores.
O motivo? Um grupo de uniformizados intimidou, agrediu e assaltou torcedores comuns depois do jogo. Há relatos, inclusive, de são-paulinas que foram assediadas. A Polícia Militar reagiu e houve confronto, com dezenas de feridos e nove presos.
Em janeiro, Leco afirmou em entrevista que a diretoria contribui com as facções ao dar ingressos e distribui dinheiro para desfiles no Carnaval. A declaração rendeu ao presidente a ameaça de investigação por parte do Ministério Público.
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