Ataíde diz que se arrepende de não ter ‘arrebentado em pedaços’ ex-presidente Aidar
Dirigente foi responsável pela divulgação de áudios que culminaram na renúncia do ex-mandatário do São Paulo
Fonte Esporte Interativo
29 de Abril de 2016
Ataíde Gil Guerreiro (dir.) foi expulso do Conselho do São Paulo por agredir Aidar (esq.) (Foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net)
A rixa entre Carlos Miguel Aidar e Ataíde Gil Guerreiro ainda dá o que falar no São Paulo. Em entrevista à Folha de S.Paulo, o diretor de relações institucionais do clube revelou que deu um recado ao ex-presidente tricolor durante a reunião do Conselho Deliberativo na última segunda-feira (25) – que culminou na expulsão de ambos do quadro de conselheiros.
“Disse que me arrependia de não ter arrebentado ele em pedaços, por tudo que ele acabou provocando na minha vida”.
Ataíde Gil Guerreiro foi expulso do Conselho justamente por uma agressão a Aidar em uma reunião da antiga diretoria, ainda em 2015, a qual o comitê de ética do clube do Morumbi caracterizou como uma tentativa de homicídio.
Após a expulsão do Conselho Deliberativo, Ataíde – responsável pela divulgação de denúncias e áudios que culminaram na renúncia do então presidente Carlos Miguel Aidar – pediu demissão do cargo na direção de relações institucionais do Tricolor. O mandatário do clube, no entanto, negou o pedido e restituiu o cargo do dirigente.
A rixa entre Carlos Miguel Aidar e Ataíde Gil Guerreiro ainda dá o que falar no São Paulo. Em entrevista à Folha de S.Paulo, o diretor de relações institucionais do clube revelou que deu um recado ao ex-presidente tricolor durante a reunião do Conselho Deliberativo na última segunda-feira (25) – que culminou na expulsão de ambos do quadro de conselheiros.
“Disse que me arrependia de não ter arrebentado ele em pedaços, por tudo que ele acabou provocando na minha vida”.
Ataíde Gil Guerreiro foi expulso do Conselho justamente por uma agressão a Aidar em uma reunião da antiga diretoria, ainda em 2015, a qual o comitê de ética do clube do Morumbi caracterizou como uma tentativa de homicídio.
Após a expulsão do Conselho Deliberativo, Ataíde – responsável pela divulgação de denúncias e áudios que culminaram na renúncia do então presidente Carlos Miguel Aidar – pediu demissão do cargo na direção de relações institucionais do Tricolor. O mandatário do clube, no entanto, negou o pedido e restituiu o cargo do dirigente.
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