[SPFC.Net] Fortalecida, oposição agora vai batalhar pela expulsão de outros conselheiros
Fonte SPFC.Net
26 de Abril de 2016
Até o presidente do Tricolor, Leco, pode sofrer punição; ele é alvo de uma Comissão de Sindicância
A votação expressiva pela expulsão de Ataíde Gil Guerreiro do cargo de conselheiro do São Paulo encheu a oposição de esperança. A partir de agora, os tricolores vão trabalhar para que outros dirigentes ligados à gestão de Carlos Miguel Aidar também acabem excluídos do Conselho Deliberativo.
São os casos de Douglas Schwartzmann, Julio Casares, Leonardo Serafim e Oswaldo Vieira de Abreu, que assinaram, por exemplo, o contrato com a Under Armour. Douglas era vice-presidente de Comunicação e Marketing, Julio atuava como vice-presidente geral, Leonardo era o diretor jurídico, enquanto Oswaldo, o diretor financeiro.
"Pode sobrar até para o Leco, por causa da dívida em relação ao Jorginho Paulista", afirma o conselheiro Denis Ormund, referindo-se à dívida de R$ 4,6 milhões deixada pelo dirigente. É que, enquanto diretor de futebol, em 2002, ele autorizou o pagamento de uma comissão pela compra do lateral-esquerdo, contra a vontade do então presidente Marcelo Portugal Gouvêa. O Tricolor foi condenado a pagar o valor, reajustado, no ano passado.
A confiança na possibilidade de novas punições tem a ver com a votação expressiva desta segunda-feira. Foram 120 votos para excluir Ataíde, que ocupa o cargo de diretor de relações institucionais, contra apenas 56 votos a seu favor - Leco e seus aliados fizeram campanha pela manutenção de Ataíde.
Já Carlos Miguel Aidar acabou expulso do quadro de conselheiros com votação ainda maior: 142 foram favoráveis a sua exclusão, contra apenas 36.
A votação expressiva pela expulsão de Ataíde Gil Guerreiro do cargo de conselheiro do São Paulo encheu a oposição de esperança. A partir de agora, os tricolores vão trabalhar para que outros dirigentes ligados à gestão de Carlos Miguel Aidar também acabem excluídos do Conselho Deliberativo.
São os casos de Douglas Schwartzmann, Julio Casares, Leonardo Serafim e Oswaldo Vieira de Abreu, que assinaram, por exemplo, o contrato com a Under Armour. Douglas era vice-presidente de Comunicação e Marketing, Julio atuava como vice-presidente geral, Leonardo era o diretor jurídico, enquanto Oswaldo, o diretor financeiro.
"Pode sobrar até para o Leco, por causa da dívida em relação ao Jorginho Paulista", afirma o conselheiro Denis Ormund, referindo-se à dívida de R$ 4,6 milhões deixada pelo dirigente. É que, enquanto diretor de futebol, em 2002, ele autorizou o pagamento de uma comissão pela compra do lateral-esquerdo, contra a vontade do então presidente Marcelo Portugal Gouvêa. O Tricolor foi condenado a pagar o valor, reajustado, no ano passado.
A confiança na possibilidade de novas punições tem a ver com a votação expressiva desta segunda-feira. Foram 120 votos para excluir Ataíde, que ocupa o cargo de diretor de relações institucionais, contra apenas 56 votos a seu favor - Leco e seus aliados fizeram campanha pela manutenção de Ataíde.
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