STF rejeita recurso do São Paulo e pode anular eleições realizadas; clube responde
Fonte ESPN
26 de Fevereiro de 2016
Leco foi eleito no último pleito realizado no São Paulo, depois da saída de Aidar
O Superior Tribunal Federal rejeitou nesta quinta-feira um recurso do São Paulo contra uma ação impetrada por membros da oposição do time tricolor que pede a anulação de todos os processos eleitorais realizados no clube desde 2004.
O documento sugere que o terceiro mandato de Juvenal Juvêncio, presidente entre 2004 e 2014, foi conseguido de forma ilegal.
Para isso, o conselheiro Francisco de Assis Vasconcellos, responsável pela ação, considera que as mudanças realizadas no estatuto pelo antigo mandatário só poderiam ser feitas mediante reuniões com a presença de todos os associados, algo que não ocorreu à época. Antigos presidentes também apoiaram Vasconcellos na atitude.
Apesar da decisão favorável, ainda cabe outro recurso à ação, divulgada inicialmente pelo portal Uol e confirmada à Gazeta Esportiva.
A probabilidade de sucesso da diretoria tricolor, no entanto, é considerada remota, o que realmente coloca em risco o mandato de Carlos Augusto de Barros e Silva.
São Paulo responde - No fim desta quinta-feira, o São Paulo posicionou-se sobre o assunto. Confira o esclarecimento do clube:
"Sobre decisão do Supremo Tribunal Federal noticiada hoje o São Paulo Futebol Clube esclarece:
1) O São Paulo Futebol Clube não foi intimado da decisão até o momento;
2) Do que foi possível ao São Paulo Futebol Clube conhecer da decisão, fica claro que contra a mesma cabe recurso;
3) Qualquer tentativa de prever quais serão os efeitos da decisão final desse processo se/quando não houver mais nenhum recurso é, neste momento, mera especulação, uma vez que somente o magistrado responsável pela execução poderá definir sua abrangência e efeitos."
O Superior Tribunal Federal rejeitou nesta quinta-feira um recurso do São Paulo contra uma ação impetrada por membros da oposição do time tricolor que pede a anulação de todos os processos eleitorais realizados no clube desde 2004.
O documento sugere que o terceiro mandato de Juvenal Juvêncio, presidente entre 2004 e 2014, foi conseguido de forma ilegal.
Para isso, o conselheiro Francisco de Assis Vasconcellos, responsável pela ação, considera que as mudanças realizadas no estatuto pelo antigo mandatário só poderiam ser feitas mediante reuniões com a presença de todos os associados, algo que não ocorreu à época. Antigos presidentes também apoiaram Vasconcellos na atitude.
Apesar da decisão favorável, ainda cabe outro recurso à ação, divulgada inicialmente pelo portal Uol e confirmada à Gazeta Esportiva.
A probabilidade de sucesso da diretoria tricolor, no entanto, é considerada remota, o que realmente coloca em risco o mandato de Carlos Augusto de Barros e Silva.
São Paulo responde - No fim desta quinta-feira, o São Paulo posicionou-se sobre o assunto. Confira o esclarecimento do clube:
"Sobre decisão do Supremo Tribunal Federal noticiada hoje o São Paulo Futebol Clube esclarece:
1) O São Paulo Futebol Clube não foi intimado da decisão até o momento;
2) Do que foi possível ao São Paulo Futebol Clube conhecer da decisão, fica claro que contra a mesma cabe recurso;
3) Qualquer tentativa de prever quais serão os efeitos da decisão final desse processo se/quando não houver mais nenhum recurso é, neste momento, mera especulação, uma vez que somente o magistrado responsável pela execução poderá definir sua abrangência e efeitos."
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