Vexame do São Paulo na Libertadores reflete escolhas do clube para 2016
Fonte Blog do Perrone
17 de Fevereiro de 2016
A derrota do São Paulo por 1 a 0 para o The Strongest pela primeira rodada da fase de grupos da Libertadores nesta quarta não deve ser analisada de maneira isolada. O vexame reflete decisões do clube para esta temporada, o que não significa que tenham sido erradas. Mas é possível falar é que elas atrasaram a evolução que a equipe pode atingir.
Ao anunciar só em 17 de dezembro, quase dois meses após a eleição da atual diretoria, quem seria o treinador, a direção assumiu o risco de atrasos no planejamento. E eles aumentaram com a decisão de trazer Edgardo Bauza, pois, normalmente, técnico estrangeiro precisa de mais tempo para se adaptar ao novo país, conhecer o clube e os jogadores.
Claro que o argentino tinha a obrigação de já fazer o São Paulo ser mais forte diante do modesto time boliviano. Ele tem, sim, boa parcela de responsabilidade, mas o curto tempo para se adaptar ao clube e organizar o time é atenuante e deve ser levado em consideração.
Também pode ter atrasado o São Paulo a aposta em um veterano (Lugano), que precisa de tempo para entrar em forma e atuar. Ele ainda deve ser útil ao clube novamente, mas trazer alguém pronto para jogar (mais cedo do que Maicon, contratado recentemente) poderia ter acelerado o processo.
No momento em que fez todas essas opções, a diretoria tricolor sabia que logo de cara tinha a Libertadores pela frente. Assim, não tem muito do que se queixar. Deve, sim, cobrar treinador e jogadores, mas dentro desse contexto. E esperar que seu planejamento dê resultados com o passar do tempo.
Ao anunciar só em 17 de dezembro, quase dois meses após a eleição da atual diretoria, quem seria o treinador, a direção assumiu o risco de atrasos no planejamento. E eles aumentaram com a decisão de trazer Edgardo Bauza, pois, normalmente, técnico estrangeiro precisa de mais tempo para se adaptar ao novo país, conhecer o clube e os jogadores.
Claro que o argentino tinha a obrigação de já fazer o São Paulo ser mais forte diante do modesto time boliviano. Ele tem, sim, boa parcela de responsabilidade, mas o curto tempo para se adaptar ao clube e organizar o time é atenuante e deve ser levado em consideração.
Também pode ter atrasado o São Paulo a aposta em um veterano (Lugano), que precisa de tempo para entrar em forma e atuar. Ele ainda deve ser útil ao clube novamente, mas trazer alguém pronto para jogar (mais cedo do que Maicon, contratado recentemente) poderia ter acelerado o processo.
No momento em que fez todas essas opções, a diretoria tricolor sabia que logo de cara tinha a Libertadores pela frente. Assim, não tem muito do que se queixar. Deve, sim, cobrar treinador e jogadores, mas dentro desse contexto. E esperar que seu planejamento dê resultados com o passar do tempo.
Avalie esta notícia:
42
17
VEJA TAMBÉM
- São Paulo decide o futuro de Rafael Tolói no clube- Novo nome no Morumbi? São Paulo negocia naming rights com empresa mantida em sigilo
- Eleição trava o São Paulo! Dorival, Lucas e mais quatro têm futuro indefinido
- Possível adeus: Artur pode retornar ao Botafogo em meio a incertezas
- 69 milhões por duas joias! O que aconteceu com Matheus Alves e Henrique Carmo?
