São Paulo tem de avançar com um pé nas costas
por Ricardo Gonzalez
Fonte Entre as Canetas
10 de Fevereiro de 2016
No programa Seleção Sportv desta terça-feira, um dos assuntos, é claro, foi o jogo desta quarta-feira entre o São Paulo e o Cesar Vallejo, no Pacaembu. Ali, um de meus comentários foi o seguinte: o Tricolor não pode se preocupar com nada. Não pode mudar sua maneira de jogar. O adversário é fraco, o Peru há muito tempo não forma jogadores que possam pretender mais do que empenho e luta, e no jogo de ida já era para o time paulista vencer com folga.
Foi levantada a hipótese de algum possível problema na zaga com a troca do lesionado Breno por Lucão, para quem a torcida normalmente torce o nariz. Lucão tem ótimo entrosamento com Rodrigo Caio desde a base, tem uma ótima oportunidade de fazer um jogo seguro já que não tem nenhum atacante rival com caixa para assustá-lo. E mesmo que jogue mal, o sistema montado por Bauza deixa a zaga mais protegida.
Nesta quarta é jogo para vitória do São Paulo com sobras. Atrevo-me a dizer que, diferentemente do Corinthians, que precisa dar ritmo a um time em formação, Patón poderia se dar ao luxo de poupar alguns jogadores e testar outros. Kieza, por exemplo. Deixando, claro, alguns desses titulares no banco, para o caso de alguma milagrosa dificuldade na partida.
Da próxima trinca de jogos que o Tricolor tem, o jogo mais difícil é pelo Paulista, domingo, diante do rival Corinthians. Cesar Vallejo será presa fácil, e depois o The Strongest também não assusta porque a altitude da capital paulista é pequena.
Foi levantada a hipótese de algum possível problema na zaga com a troca do lesionado Breno por Lucão, para quem a torcida normalmente torce o nariz. Lucão tem ótimo entrosamento com Rodrigo Caio desde a base, tem uma ótima oportunidade de fazer um jogo seguro já que não tem nenhum atacante rival com caixa para assustá-lo. E mesmo que jogue mal, o sistema montado por Bauza deixa a zaga mais protegida.
Nesta quarta é jogo para vitória do São Paulo com sobras. Atrevo-me a dizer que, diferentemente do Corinthians, que precisa dar ritmo a um time em formação, Patón poderia se dar ao luxo de poupar alguns jogadores e testar outros. Kieza, por exemplo. Deixando, claro, alguns desses titulares no banco, para o caso de alguma milagrosa dificuldade na partida.
Da próxima trinca de jogos que o Tricolor tem, o jogo mais difícil é pelo Paulista, domingo, diante do rival Corinthians. Cesar Vallejo será presa fácil, e depois o The Strongest também não assusta porque a altitude da capital paulista é pequena.
Avalie esta notícia:
13
23
VEJA TAMBÉM
- São Paulo decide o futuro de Rafael Tolói no clube- Novo nome no Morumbi? São Paulo negocia naming rights com empresa mantida em sigilo
- Eleição trava o São Paulo! Dorival, Lucas e mais quatro têm futuro indefinido
- Possível adeus: Artur pode retornar ao Botafogo em meio a incertezas
- 69 milhões por duas joias! O que aconteceu com Matheus Alves e Henrique Carmo?
