Profissionalismo e determinação que servem de exemplo!

Entrega de Wesley nos treinos, enaltecida por Patón, mostra que o jogador está focado para fortalecer o time

Fonte Site Oficial
28 de Janeiro de 2016
Rubens Chiri/saopaulofc.net
Desde o início da pré-temporada, o técnico Edgardo Bauza definiu a escalação do time titular e começou os ajustes para entrosar os jogadores e fortalecer o Tricolor antes das estreias do Campeonato Paulista e da Libertadores da América. E se o método de trabalho do experiente treinador argentino poderia desmotivar o restante do elenco, não foi isso que aconteceu com o versátil Wesley. Ao contrário. O jogador tem sido um dos destaques nos treinos neste começo de 2016 e já foi, inclusive, elogiado por Patón.
"É fruto do trabalho. Eu me sinto bem fisicamente e isso ajuda muito. Fico feliz, mas sem parar porque o ano está só começando. Há muitos desafios no ano. É bom, mas quero seguir, porque o futebol é dinâmico. Quem relaxar, tem outro procurando uma brecha. Todos estão trabalhando muito. A filosofia europeia do professor é boa, porque o padrão tático dentro de campo é maravilhoso. Todos tentam ocupar o espaço, passar da bola que é importante. A minha hora vai chegar", afirmou.
De acordo com o próprio atleta, que está na disputa por uma vaga entre os titulares com Hudson e Thiago Mendes, o início de trajetória de Patón é animador. "O trabalho dele não desmotiva os jogadores, porque ele quer ter um padrão tático, e isso é necessário. Claro, complica mais para mostrar trabalho, mas vão começar as competições. O professor tem uma filosofia europeia e busca um padrão. Estou na briga com todos. O mais importante é que todos lutem nos treinos, e isso tem acontecido. O professor sabe o que é melhor. Quem estiver bem vai jogar. Com Hudson, Thiago Mendes ou eu, o meio de campo do São Paulo estará bem", opinou.
Durante a coletiva de imprensa desta quinta-feira (28), no Centro de Treinamento da Barra Funda, Wesley também projetou a temporada do clube, que tem pela frente a disputa do Campeonato Paulista e a primeira fase da Libertadores da América. "Teremos um ano complicado. O professor está seguindo um padrão do ano passado, mas às vezes a foto do início não é a mesma do final. Todos estão se dedicando. Fico feliz pelo elogio (do treinador), mas quero continuar trabalhando firme. Ano passado não tive pré-temporada e senti muito. Agora quero ajudar", afirmou o meio-campista, que também avaliou a sua situação no Tricolor.
"Eu vinha em um momento bom, em 2015, e tive uma lesão complicada nas costas. Mas assumi a responsabilidade, sei o que posso render. Estou tranquilo. Não tive mais do que duas partidas em sequência e isso complica para um profissional. Não estou devendo, porque não tive sequência. Quando tiver, todos terão um parâmetro melhor", acrescentou o jogador, que aposta em uma mudança de postura da equipe em 2016.
"A torcida cobrou em 2015 e todos tentavam corresponder. Agora a postura tem de mudar, porque são várias competições para disputar. Precisamos corresponder. Acho importante ter essa garra, vontade e humildade de voltar atrás da linha da bola, porque você vê o companheiro lutando e brigando. Isso motiva", finalizou.
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