Conmebol discute aumentar Libertadores para o ano inteiro no futuro
Fonte Blog do Rodrigo Mattos
23 de Dezembro de 2015
Com uma nova diretoria, a Conmebol afirmou que se abrirá a ouvir sugestões dos clubes para reformas técnicas na Libertadores. E uma das discussões que se desenha para o futuro é estender a competição por todo ano em vez de mantê-la restrita apenas a um semestre.
Clubes brasileiros que estiveram em Assunção reconheceram na entidade a disposição de escutar mais opiniões. Entre eles, há propostas como a extensão da competição por mais tempo.
“Temos que estudar o calendário. Aqui na América do Sul as distâncias são maiores então é mais difícil fazer uma competição mais larga. O que posso dizer é que falamos bastante sobre isso no Comitê Executivo'', contou o novo presidente da Conmebol, Wilmar Valdez.
A diretoria do Atlético-MG apoia a medida. “A primeira fase poderia ter mais jogos'', analisou o presidente do Galo, Daniel Nepomuceno. “É bom que abra a discussão. Acho cinco times brasileiros pouco, poderia ter oito. E poderia ter a Libertadores por mais tempo no ano.''
Outro pedido tem sido melhorar as condições técnicas da competição com estádios e para os atletas. Neste sentido, há uma discordância entre a Conmebol e o Grêmio.
Isso porque a entidade estuda dar um perdão para Boca Juniores de parte da punição por agressões a jogadores do River Plate no ano passado. O clube terá de jogar quatro jogos de portões fechados. “Pode haver uma redução como um indulto porque fazemos cem anos da Conmebol'', disse Valdez.
“Retirar a punição ao Boca é um absurdo. Qual a justificativa? Arrebentam um jogo e jogadores e serão perdoados. Cria uma impunidade'', comentou o presidente gremista, Romildo Bolzan Jr. “Se fizerem isso, começa a competição sob suspeição.''
Entre críticas e elogios, a certeza é de que a Conmebol diz pretender aumentar a participação dos clubes nas discussões do torneio. Os cartolas brasileiros parecem dispostos a participar, mas precisam aparecer em reuniões e ir mais cedo à confederação, o que não fizeram neste sorteio.
Clubes brasileiros que estiveram em Assunção reconheceram na entidade a disposição de escutar mais opiniões. Entre eles, há propostas como a extensão da competição por mais tempo.
“Temos que estudar o calendário. Aqui na América do Sul as distâncias são maiores então é mais difícil fazer uma competição mais larga. O que posso dizer é que falamos bastante sobre isso no Comitê Executivo'', contou o novo presidente da Conmebol, Wilmar Valdez.
A diretoria do Atlético-MG apoia a medida. “A primeira fase poderia ter mais jogos'', analisou o presidente do Galo, Daniel Nepomuceno. “É bom que abra a discussão. Acho cinco times brasileiros pouco, poderia ter oito. E poderia ter a Libertadores por mais tempo no ano.''
Outro pedido tem sido melhorar as condições técnicas da competição com estádios e para os atletas. Neste sentido, há uma discordância entre a Conmebol e o Grêmio.
Isso porque a entidade estuda dar um perdão para Boca Juniores de parte da punição por agressões a jogadores do River Plate no ano passado. O clube terá de jogar quatro jogos de portões fechados. “Pode haver uma redução como um indulto porque fazemos cem anos da Conmebol'', disse Valdez.
“Retirar a punição ao Boca é um absurdo. Qual a justificativa? Arrebentam um jogo e jogadores e serão perdoados. Cria uma impunidade'', comentou o presidente gremista, Romildo Bolzan Jr. “Se fizerem isso, começa a competição sob suspeição.''
Entre críticas e elogios, a certeza é de que a Conmebol diz pretender aumentar a participação dos clubes nas discussões do torneio. Os cartolas brasileiros parecem dispostos a participar, mas precisam aparecer em reuniões e ir mais cedo à confederação, o que não fizeram neste sorteio.
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