Rogério Ceni diz que ‘não dava mais para continuar’ e afirma: ‘Ninguém é insubstituível’
Goleiro-artilheiro falou ainda que se sente realizado como atleta e ressaltou o crescimento da torcida do São Paulo nos últimos anos
Fonte Esporte Interativo
12 de Dezembro de 2015
Rogério Ceni se despediu do São Paulo. (Foto: Paulo Pinto / saopaulofc.net)
Após a última sexta-feira (11), a torcida do São Paulo se vê órfã de um dos maiores ídolos da história do clube. Tentando tranquilizar os adeptos, Rogério Ceni afirmou acreditar que novos ídolos irão surgir e garantiu que não podia seguir atuando.
“Ninguém é insubstituível. Na vida você supera a morte de um familiar. Claro que para os mais apaixonados, é um momento alegre por estar aqui, triste pelo fim. É o ciclo da vida. Novas lideranças surgirão. Se o passado não morre, o futuro não nasce. Era como tinha sido desenhado. Não dava mais para continuar. Meu corpo está cansado”, comentou, em entrevista coletiva.
Na partida comemorativa, o time de Rogério Ceni, formado pelos atletas que conquistaram o Mundial de 2005, venceu os bicampeões de 92/93 por 5 a 3, com direito a gol de pênalti do arqueiro. Depois de se emocionar ao fim do jogo, o agora ex-jogador falou sobre seu sentimento com a aposentadoria.
“Achei que ia ficar mais triste, mas me senti bem. Eu me sinto muito realizado como atleta, olho para meu passado e fico feliz com o que fiz, os títulos. E o mais importante: o número de são-paulinos que aumentaram nesses últimos anos devido a essas duas gerações que se encontraram no campo”, concluiu.
Após a última sexta-feira (11), a torcida do São Paulo se vê órfã de um dos maiores ídolos da história do clube. Tentando tranquilizar os adeptos, Rogério Ceni afirmou acreditar que novos ídolos irão surgir e garantiu que não podia seguir atuando.
“Ninguém é insubstituível. Na vida você supera a morte de um familiar. Claro que para os mais apaixonados, é um momento alegre por estar aqui, triste pelo fim. É o ciclo da vida. Novas lideranças surgirão. Se o passado não morre, o futuro não nasce. Era como tinha sido desenhado. Não dava mais para continuar. Meu corpo está cansado”, comentou, em entrevista coletiva.
Na partida comemorativa, o time de Rogério Ceni, formado pelos atletas que conquistaram o Mundial de 2005, venceu os bicampeões de 92/93 por 5 a 3, com direito a gol de pênalti do arqueiro. Depois de se emocionar ao fim do jogo, o agora ex-jogador falou sobre seu sentimento com a aposentadoria.
“Achei que ia ficar mais triste, mas me senti bem. Eu me sinto muito realizado como atleta, olho para meu passado e fico feliz com o que fiz, os títulos. E o mais importante: o número de são-paulinos que aumentaram nesses últimos anos devido a essas duas gerações que se encontraram no campo”, concluiu.
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