Para Zetti, Telê estará de olho em jogo comemorativo
Ex-goleiro acredita que, mesmo de longe, treinador observará partida entre campeões mundiais de 1992 e 1993 e campeões mundiais de 2005
Fonte Fox Sports
11 de Dezembro de 2015
Foto: Reprodução / São Paulo FC
Os campeonatos já acabaram, mas nesta sexta-feira um outro jogo marca um momento importante para o futebol: a despedida de Rogério Ceni. No Morumbi, os campeões mundiais de 92 e 93 enfrentarão os campeões mundiais de 2005. O goleiro Zetti, antecessor de Ceni, estará lá para prestigiar o “Mito” e, segundo ele, mesmo de longe, Telê Santana marcará presença.
“Tive a oportunidade de participar de dois jogos do Mundial, e conseguir esse título foi fantástico, em 92 e de complemento em 93, foi incrível. Telê deve estar com o palitinho no canto de boca, de camisa vermelha, só observando o que vai acontecer no jogo”, declarou Zetti, em entrevista ao Esporte Notícia, da Rádio Bandeirantes.
Animado com o reencontro entre amigos, o ex-goleiro ressaltou que aprendeu muito com Ceni, mesmo este sendo mais novo. Eles conviveram por quase cinco anos e Zetti lembra que o companheiro sempre chamava atenção nos treinamentos pela sua dedicação e conseguiu acertar muitos erros e vícios que trouxe da base.
“O Alexandre veio a falecer, era o terceiro goleiro, ai Rogério subiu e foi para o Mundial em 93. No Mundial tivemos uma aproximação muito grande. É um cara que sempre observou muito, sempre ligado, dentro e fora de campo. Deu uma dinâmica diferente”, contou.
Conhecido pelas suas cobranças de pênalti e falta, parece que Ceni sempre teve a vontade de ser um goleiro-artilheiro. Zetti disse que, em um período de 1996, o goleiro o incentivava a bater faltas, já que Raí e outros jogadores não estavam mais na equipe. O campeão mundial em 92 e 93 não se arriscou nesse novo setor, ao contrário do Mito.
“Ele teve essa ousadia, disse que quando jogasse ia bater falta. O Muricy, vendo ele treinar isso todo dia, deu essa liberdade. O São Paulo sempre teve um time forte para dar essa oportunidade para ele. O Rogério conseguiu montar essa história dentro do São Paulo ganhando títulos”, finalizou.
O jogo comemorativo do grande ídolo tricolor acontece nesta sexta-feira, no Morumbi, e marca a despedida de Ceni após 25 anos vestindo a camisa do São Paulo.
Os campeonatos já acabaram, mas nesta sexta-feira um outro jogo marca um momento importante para o futebol: a despedida de Rogério Ceni. No Morumbi, os campeões mundiais de 92 e 93 enfrentarão os campeões mundiais de 2005. O goleiro Zetti, antecessor de Ceni, estará lá para prestigiar o “Mito” e, segundo ele, mesmo de longe, Telê Santana marcará presença.
“Tive a oportunidade de participar de dois jogos do Mundial, e conseguir esse título foi fantástico, em 92 e de complemento em 93, foi incrível. Telê deve estar com o palitinho no canto de boca, de camisa vermelha, só observando o que vai acontecer no jogo”, declarou Zetti, em entrevista ao Esporte Notícia, da Rádio Bandeirantes.
Animado com o reencontro entre amigos, o ex-goleiro ressaltou que aprendeu muito com Ceni, mesmo este sendo mais novo. Eles conviveram por quase cinco anos e Zetti lembra que o companheiro sempre chamava atenção nos treinamentos pela sua dedicação e conseguiu acertar muitos erros e vícios que trouxe da base.
“O Alexandre veio a falecer, era o terceiro goleiro, ai Rogério subiu e foi para o Mundial em 93. No Mundial tivemos uma aproximação muito grande. É um cara que sempre observou muito, sempre ligado, dentro e fora de campo. Deu uma dinâmica diferente”, contou.
Conhecido pelas suas cobranças de pênalti e falta, parece que Ceni sempre teve a vontade de ser um goleiro-artilheiro. Zetti disse que, em um período de 1996, o goleiro o incentivava a bater faltas, já que Raí e outros jogadores não estavam mais na equipe. O campeão mundial em 92 e 93 não se arriscou nesse novo setor, ao contrário do Mito.
“Ele teve essa ousadia, disse que quando jogasse ia bater falta. O Muricy, vendo ele treinar isso todo dia, deu essa liberdade. O São Paulo sempre teve um time forte para dar essa oportunidade para ele. O Rogério conseguiu montar essa história dentro do São Paulo ganhando títulos”, finalizou.
O jogo comemorativo do grande ídolo tricolor acontece nesta sexta-feira, no Morumbi, e marca a despedida de Ceni após 25 anos vestindo a camisa do São Paulo.
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