Rogério Ceni fez dois gols contra time de infância, mas sofreu na Libertadores
Fonte Gazeta Esportiva
11 de Dezembro de 2015
O nome de Rogério Ceni ficará para sempre ligado à história do São Paulo. Porém, o Tricolor não foi o primeiro clube no coração do agora ex-goleiro. Na infância, antes de chegar às categorias de base do Morumbi, o paranaense de Pato Branco era torcedor do Internacional.
“O meu pai é gaúcho e eu torcia para o Inter. Mas agora acho o Zetti melhor que o Taffarel”, declarou, comparando o então titular são-paulino com o ex-colorado, em reportagem publicada pelo jornal A Gazeta Esportiva no dia 2 de julho de 1993, uma semana depois de sua estreia nos profissionais do Tricolor.
O Inter ficou no passado para uma pessoa que dedicou a vida ao São Paulo. Em sua carreira, Ceni viveu alegrias e tristezas contra o time gaúcho. No dia 7 de outubro de 2000, marcou pela primeira vez contra o Colorado, em cobrança de falta, no estádio do Morumbi. O 16º gol da carreira do goleiro-artilheiro serviu para o Tricolor empatar por 1 a 1 contra o Inter.
“O meu pai é gaúcho e eu torcia para o Inter. Mas agora acho o Zetti melhor que o Taffarel”
Rogério Ceni, em 1993
Apenas três dias antes, no mesmo lugar e com o mesmo placar, ele fez também contra o rival gaúcho Grêmio. O outro gol que marcou contra o Inter na carreira saiu no dia 3 de julho de 2007, quando Ceni bateu o pênalti que garantiu o triunfo são-paulino por 1 a 0, no Morumbi.
Porém, apesar dos dois gols assinalados, o ídolo tricolor também teve motivos para lamentar pelos encontros com o time da infância. Depois de ter sido campeão da Libertadores em 2005, o São Paulo chegou perto do título continental mais duas vezes, mas foi derrotado pelo Inter em ambas.
Logo em 2006, o Tricolor avançou à decisão do torneio e deixou escapar o título. A derrota por 2 a 1 no Morumbi e o empate por 2 a 2 no Beira-Rio garantiram o troféu ao clube gaúcho.
O São Paulo também foi longe em 2010, quando alcançou a semifinal, mas acabou eliminado pelo Inter, que se sagrou campeão mais uma vez. Depois disso, o Tricolor nunca mais avançou tão longe na Libertadores, frustrando qualquer plano de novo título de Ceni na competição.
“O meu pai é gaúcho e eu torcia para o Inter. Mas agora acho o Zetti melhor que o Taffarel”, declarou, comparando o então titular são-paulino com o ex-colorado, em reportagem publicada pelo jornal A Gazeta Esportiva no dia 2 de julho de 1993, uma semana depois de sua estreia nos profissionais do Tricolor.
O Inter ficou no passado para uma pessoa que dedicou a vida ao São Paulo. Em sua carreira, Ceni viveu alegrias e tristezas contra o time gaúcho. No dia 7 de outubro de 2000, marcou pela primeira vez contra o Colorado, em cobrança de falta, no estádio do Morumbi. O 16º gol da carreira do goleiro-artilheiro serviu para o Tricolor empatar por 1 a 1 contra o Inter.
“O meu pai é gaúcho e eu torcia para o Inter. Mas agora acho o Zetti melhor que o Taffarel”
Rogério Ceni, em 1993
Apenas três dias antes, no mesmo lugar e com o mesmo placar, ele fez também contra o rival gaúcho Grêmio. O outro gol que marcou contra o Inter na carreira saiu no dia 3 de julho de 2007, quando Ceni bateu o pênalti que garantiu o triunfo são-paulino por 1 a 0, no Morumbi.
Porém, apesar dos dois gols assinalados, o ídolo tricolor também teve motivos para lamentar pelos encontros com o time da infância. Depois de ter sido campeão da Libertadores em 2005, o São Paulo chegou perto do título continental mais duas vezes, mas foi derrotado pelo Inter em ambas.
Logo em 2006, o Tricolor avançou à decisão do torneio e deixou escapar o título. A derrota por 2 a 1 no Morumbi e o empate por 2 a 2 no Beira-Rio garantiram o troféu ao clube gaúcho.
O São Paulo também foi longe em 2010, quando alcançou a semifinal, mas acabou eliminado pelo Inter, que se sagrou campeão mais uma vez. Depois disso, o Tricolor nunca mais avançou tão longe na Libertadores, frustrando qualquer plano de novo título de Ceni na competição.
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