"Juvenal deixa um legado vencedor no São Paulo", afirma Jesus Lopes
João Paulo de Jesus Lopes fez parte da diretoria tricolor ao lado de Juvenal Juvêncio, que morreu aos 81 anos nesta quarta-feira
Fonte Band
9 de Dezembro de 2015
Foto: Marcelo DSants/Frame/Folhapress
O ex-dirigente do São Paulo, João Paulo de Jesus Lopes, concedeu entrevista exclusiva ao programa De Primeira – Debate, da rádio Bradesco Esportes FM, nesta quarta-feira, e falou sobre a morte do ex-presidente do clube, Juvenal Juvêncio.
Emocionado, Jesus Lopes elogiou o ex-companheiro de clube e fez questão de ressaltar o legado deixado por Juvenal.
“O Juvenal era uma pessoa sedutora. Seduziu a grande coletividade são-paulina, não só pelo seu diálogo, pela forma franca de falar e pelo bom humor, mas também pelos títulos que conquistou em todo esse período. Ele cumpriu a sua missão. O Juvenal deixa um legado de vencedor no São Paulo”, disse.
“Tenho orgulho e tive a satisfação de estar com ele em todo o período em que esteve no São Paulo”, complementou.
Conhecido pelas entrevistas fortes e engraçadas, Juvenal Juvêncio evitava conceder entrevista, recorda João Paulo de Jesus Lopes.
“O Juvenal me pedia para eu conversar com a imprensa, porque quando ele falava, era definitivo. Era sempre uma bomba atômica, declarações fortes, cheias de sarcasmo”.
O ex-dirigente tricolor ainda contou uma história engraçada que presenciou ao lado de Juvenal.
“Lembro que ele mudou o nome do Diego Tardelli, que chegou com o apelido de Dinei. Ele tentou fazer o mesmo com um jogador chamado Chumbinho, mas quando descobriu que o nome era Marinaldo, ele falou: vai ser Chumbinho mesmo”, lembrou, aos risos, Jesus Lopes.
O ex-dirigente do São Paulo, João Paulo de Jesus Lopes, concedeu entrevista exclusiva ao programa De Primeira – Debate, da rádio Bradesco Esportes FM, nesta quarta-feira, e falou sobre a morte do ex-presidente do clube, Juvenal Juvêncio.
Emocionado, Jesus Lopes elogiou o ex-companheiro de clube e fez questão de ressaltar o legado deixado por Juvenal.
“O Juvenal era uma pessoa sedutora. Seduziu a grande coletividade são-paulina, não só pelo seu diálogo, pela forma franca de falar e pelo bom humor, mas também pelos títulos que conquistou em todo esse período. Ele cumpriu a sua missão. O Juvenal deixa um legado de vencedor no São Paulo”, disse.
“Tenho orgulho e tive a satisfação de estar com ele em todo o período em que esteve no São Paulo”, complementou.
Conhecido pelas entrevistas fortes e engraçadas, Juvenal Juvêncio evitava conceder entrevista, recorda João Paulo de Jesus Lopes.
“O Juvenal me pedia para eu conversar com a imprensa, porque quando ele falava, era definitivo. Era sempre uma bomba atômica, declarações fortes, cheias de sarcasmo”.
O ex-dirigente tricolor ainda contou uma história engraçada que presenciou ao lado de Juvenal.
“Lembro que ele mudou o nome do Diego Tardelli, que chegou com o apelido de Dinei. Ele tentou fazer o mesmo com um jogador chamado Chumbinho, mas quando descobriu que o nome era Marinaldo, ele falou: vai ser Chumbinho mesmo”, lembrou, aos risos, Jesus Lopes.
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