Ex-presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio morre aos 83 anos
Fonte ESPN
9 de Dezembro de 2015
Ex-presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio morreu aos 81 anos, nesta quarta-feira. O dirigente chegou a se tratar há poucos anos de um câncer de próstata, mas a doença debilitou bastante sua saúde, e os últimos meses foram complicados.
"A doença tinha se complicado muito, e ele não estava bem há um tempo. Infelizmente não resistiu mais", disse José Francisco Mansur, ex-assessor do dirigente.
Juvenal Juvêncio foi um dos maiores dirigentes da história do time tricolor. Presidente em dois períodos (1988 a 1990 e 2006 a 2014) e ex-diretor de futebol, ele conquistou vários títulos, como três brasileiros consecutivos, uma Copa Sul-Americana, uma Libertadores e um Mundial de Clubes.
O ex-presidente ajudou a eleger Carlos Miguel Aidar no ano passado, mas brigou com o aliado e deixou a diretoria da base. Aidar acabou renunciando há poucos meses.
No ano passado, após a saída de Juvenal da presidência, Rogério Ceni (que se aposentou dos gramados há três dias) rasgou elogios a ele.
"Trabalhei 12 anos com ele, de 2002 até 2014. Uma pessoa empreendedora, centralizadora, mas não como defeito, e sim como qualidade. Ele fez muito pelo clube, pelo São Paulo, cresceu muito estruturalmente. Período de oscilações, de muitas conquistas e algumas derrotas, normal em administrações longínquas".
"Um cara muito bom para os atletas. Nesse último mandato não teve tanto sucesso como os demais. Poucos são os presidentes que são cantados a todo momento, lembrados, daqui 30 anos será lembrado, assim como doutor Marcelo (Portugal Gouveia), Laudo Natel. Ele vai ser sempre lembrado com muito carinho", falou.
"A doença tinha se complicado muito, e ele não estava bem há um tempo. Infelizmente não resistiu mais", disse José Francisco Mansur, ex-assessor do dirigente.
Juvenal Juvêncio foi um dos maiores dirigentes da história do time tricolor. Presidente em dois períodos (1988 a 1990 e 2006 a 2014) e ex-diretor de futebol, ele conquistou vários títulos, como três brasileiros consecutivos, uma Copa Sul-Americana, uma Libertadores e um Mundial de Clubes.
O ex-presidente ajudou a eleger Carlos Miguel Aidar no ano passado, mas brigou com o aliado e deixou a diretoria da base. Aidar acabou renunciando há poucos meses.
No ano passado, após a saída de Juvenal da presidência, Rogério Ceni (que se aposentou dos gramados há três dias) rasgou elogios a ele.
"Trabalhei 12 anos com ele, de 2002 até 2014. Uma pessoa empreendedora, centralizadora, mas não como defeito, e sim como qualidade. Ele fez muito pelo clube, pelo São Paulo, cresceu muito estruturalmente. Período de oscilações, de muitas conquistas e algumas derrotas, normal em administrações longínquas".
"Um cara muito bom para os atletas. Nesse último mandato não teve tanto sucesso como os demais. Poucos são os presidentes que são cantados a todo momento, lembrados, daqui 30 anos será lembrado, assim como doutor Marcelo (Portugal Gouveia), Laudo Natel. Ele vai ser sempre lembrado com muito carinho", falou.
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