São Paulo lava roupa suja e jogadores experientes são pressionados
Diretoria quer mudança na postura do elenco já para os dois jogos finais da temporada e espera que nomes como Michel Bastos e Wesley assumam a bronca em 2016
Fonte LANCE!Net
25 de Novembro de 2015
Diante da crise intensificada pela goleada por 6 a 1 sofrida para o Corinthians no último domingo, o São Paulo avalia que os jogadores mais experientes do elenco não têm correspondido às expectativas do departamento de futebol.
– Atitudes de comprometimento, entrega e apreço pela camisa são fundamentais. Contamos com eles nas duas últimas rodadas para conseguir a vaga na Libertadores e depois vamos estudar o que vai acontecer. Comprometimento e atitude não pertencem só aos que nascem com esses atributos, mas também podem ser alcançados ao longo de um trabalho. É tarefa para gente grande e é o que esperamos que o São Paulo tenha – disse o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco.
'Comprometimento e atitude não pertencem só aos que nascem com esses atributos, mas podem ser alcançadas ao longo do trabalho'
O balanço não se refere somente ao rendimento em campo dos astros, mas sim à postura e ao exemplo que eles não têm sido aos jovens. Um caso é o de Michel Bastos, cujo potencial técnico é constantemente ressaltado pela cúpula e evidenciado pelas marcas de vice-artilheiro do time, com 13 gols, e de terceiro maior garçom, com nove assistências.
Em 2016, Michel completará 32 anos de idade e, com as saídas de Rogério Ceni (42) e Luis Fabiano (35), será o atleta mais velho do elenco. Por mais que o meia tenha sido capitão do time em algumas partidas nesta temporada, a expectativa é que ele se imponha mais como um líder e como um exemplo.
Quem também pode ver as responsabilidades crescerem no próximo ano é Wesley. O volante poderá ser o atleta com maior salário do grupo (perto dos R$ 400 mil), acumula passagens por clubes grandes e pelo futebol europeu, mas não tem o perfil de liderança esperado. Pesa contra ele o baixo rendimento técnico e a falta de sequência como titular com os quatro técnicos do ano.
Na mira da mesma corrente, mas um pouco mais blindado, está Paulo Henrique Ganso. As 13 assistências no ano e o posto de meia que mais rouba bolas no Campeonato Brasileiro protegem o Maestro, que será em 2016 o jogador com mais partidas com a camisa do São Paulo.
Uma prova da preocupação da diretoria em depositar tanta confiança nos atletas experientes que seguirão no grupo é a procura por um líder no mercado. É isso também que faz com que a cúpula tente tirar a pressão de nomes como Reinaldo, Lucão ou Hudson. A visão é que seria injusto exigir o mesmo deles do que se espera dos principais pilares da equipe.
– Atitudes de comprometimento, entrega e apreço pela camisa são fundamentais. Contamos com eles nas duas últimas rodadas para conseguir a vaga na Libertadores e depois vamos estudar o que vai acontecer. Comprometimento e atitude não pertencem só aos que nascem com esses atributos, mas também podem ser alcançados ao longo de um trabalho. É tarefa para gente grande e é o que esperamos que o São Paulo tenha – disse o presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco.
'Comprometimento e atitude não pertencem só aos que nascem com esses atributos, mas podem ser alcançadas ao longo do trabalho'
O balanço não se refere somente ao rendimento em campo dos astros, mas sim à postura e ao exemplo que eles não têm sido aos jovens. Um caso é o de Michel Bastos, cujo potencial técnico é constantemente ressaltado pela cúpula e evidenciado pelas marcas de vice-artilheiro do time, com 13 gols, e de terceiro maior garçom, com nove assistências.
Em 2016, Michel completará 32 anos de idade e, com as saídas de Rogério Ceni (42) e Luis Fabiano (35), será o atleta mais velho do elenco. Por mais que o meia tenha sido capitão do time em algumas partidas nesta temporada, a expectativa é que ele se imponha mais como um líder e como um exemplo.
Quem também pode ver as responsabilidades crescerem no próximo ano é Wesley. O volante poderá ser o atleta com maior salário do grupo (perto dos R$ 400 mil), acumula passagens por clubes grandes e pelo futebol europeu, mas não tem o perfil de liderança esperado. Pesa contra ele o baixo rendimento técnico e a falta de sequência como titular com os quatro técnicos do ano.
Na mira da mesma corrente, mas um pouco mais blindado, está Paulo Henrique Ganso. As 13 assistências no ano e o posto de meia que mais rouba bolas no Campeonato Brasileiro protegem o Maestro, que será em 2016 o jogador com mais partidas com a camisa do São Paulo.
Uma prova da preocupação da diretoria em depositar tanta confiança nos atletas experientes que seguirão no grupo é a procura por um líder no mercado. É isso também que faz com que a cúpula tente tirar a pressão de nomes como Reinaldo, Lucão ou Hudson. A visão é que seria injusto exigir o mesmo deles do que se espera dos principais pilares da equipe.
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