Cofres vazios fazem São Paulo mudar metodologia de trabalho de Cotia
Fonte 90min
17 de Novembro de 2015
?A situação financeira do São Paulo exigirá do clube uma série de mudanças a partir da próxima temporada. Uma das principais alterações será realizada na metodologia de trabalho de Cotia, centro das categorias de base do clube. O principal objetivo é integrar mais os esforços dos garotos com o que é feito pelo grupo profissional no CT da Barra Funda. O esforço é no sentido de revelar mais e revelar melhor - visto que o dinheiro para contratações estará cada vez mais curto.
A verdade é que o tricolor paulista está insatisfeito com o nível dos jogadores que saem atualmente do CT da base. Embora muitos deles encontrem seu espaço entre os profissionais e venham de trajetórias muito vitoriosas na base, existe o entendimento que o investimento de R$ 25 milhões é desproporcional à qualidade. Nos próximos anos, o garotos de Cotia deverão ser fundamentais não só na montagem da equipe, mas também para sanar a questão financeira. A realidade do São Paulo, pelo menos por algum tempo, será a mesma que fez o clube negociar tantos jogadores na metade desta temporada.
Uma das maiores preocupações da diretoria com o trabalho de Cotia é que, ultimamente, muitos dos atletas que conquistam seu espaço no profissional não fizeram toda a base no CT. São jogadores que vieram contratados de outras equipes a partir de um trabalho de olheiros, ou seja, não são produtos diretos da base são-paulina. Nesta temporada, dos quatro que subiram, dois - Lyanco e Jefferson - não estão no clube há muito tempo. Gabriel Boschilia, última grande venda, também chegou de outra equipe.
Apenas a dívida bancária do São Paulo já bate na casa dos R$ 150 milhões. Por isso Cotia ganha tanta importância. Sem novos talentos vindos da base, o tricolor corre o risco de ficar com uma equipe tão fragilizada quanto os cofres.
A verdade é que o tricolor paulista está insatisfeito com o nível dos jogadores que saem atualmente do CT da base. Embora muitos deles encontrem seu espaço entre os profissionais e venham de trajetórias muito vitoriosas na base, existe o entendimento que o investimento de R$ 25 milhões é desproporcional à qualidade. Nos próximos anos, o garotos de Cotia deverão ser fundamentais não só na montagem da equipe, mas também para sanar a questão financeira. A realidade do São Paulo, pelo menos por algum tempo, será a mesma que fez o clube negociar tantos jogadores na metade desta temporada.
Uma das maiores preocupações da diretoria com o trabalho de Cotia é que, ultimamente, muitos dos atletas que conquistam seu espaço no profissional não fizeram toda a base no CT. São jogadores que vieram contratados de outras equipes a partir de um trabalho de olheiros, ou seja, não são produtos diretos da base são-paulina. Nesta temporada, dos quatro que subiram, dois - Lyanco e Jefferson - não estão no clube há muito tempo. Gabriel Boschilia, última grande venda, também chegou de outra equipe.
Apenas a dívida bancária do São Paulo já bate na casa dos R$ 150 milhões. Por isso Cotia ganha tanta importância. Sem novos talentos vindos da base, o tricolor corre o risco de ficar com uma equipe tão fragilizada quanto os cofres.
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