Diretor do São Paulo nega comissão em negociações, mas diz que terá contrato de produtividade
Fonte ESPN
10 de Novembro de 2015
Foto: Gazeta Press
Quando Gustavo Vieira de Oliveira retornou ao São Paulo, depois de ter sido demitido da função de gerente de futebol e recontratado pela atual diretoria como diretor-executivo, seu novo salário gerou polêmica. Na coletiva desta terça-feira, ele confirmou uma remuneração variável, mas negou que irá receber comissão na negociação de jogadores.
Segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo, o dirigente irá ganhar o dobro do que ganhava antes e iria ter direito a valores bônus em cima dos lucros nas transferências de atletas. Oliveira negou.
"Não, não vou (receber comissão sobre venda de jogadores). Neste meu retorno ao clube, eu fui demandado pensar numa forma de remuneração que contemplasse um elemento variável sobre aquilo que eu produzisse", explicou.
"Alguns modelos estão sendo pensados, não é algo que o São Paulo tenha feito no passado, então precisa ter calma. Essa remuneração variável tem que representar os objetivos estratégicos. Não há e não haverá qualquer implicação direta sobre transferência de atletas", garantiu o diretor.
Os "objetivos estratégicos", segundo ele próprio explicou na coletiva, seriam os resultados alcançados dentro de campo, como títulos e classificações para a Libertadores.
Gustavo Vieria ainda defendeu que a produtividade se estenda para além da sua função e chegue também ao elenco. "De forma discreta, a gente já utiliza isso há um bom tempo. Alguns atletas têm cláusulas que impactam a remuneração em relação à performance e desempenho. Isso já existe e é para mim um fator de boa gestão. Este tipo de assunto deve ser debatido, mas é um elemento importante."
Quando Gustavo Vieira de Oliveira retornou ao São Paulo, depois de ter sido demitido da função de gerente de futebol e recontratado pela atual diretoria como diretor-executivo, seu novo salário gerou polêmica. Na coletiva desta terça-feira, ele confirmou uma remuneração variável, mas negou que irá receber comissão na negociação de jogadores.
Segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo, o dirigente irá ganhar o dobro do que ganhava antes e iria ter direito a valores bônus em cima dos lucros nas transferências de atletas. Oliveira negou.
"Não, não vou (receber comissão sobre venda de jogadores). Neste meu retorno ao clube, eu fui demandado pensar numa forma de remuneração que contemplasse um elemento variável sobre aquilo que eu produzisse", explicou.
"Alguns modelos estão sendo pensados, não é algo que o São Paulo tenha feito no passado, então precisa ter calma. Essa remuneração variável tem que representar os objetivos estratégicos. Não há e não haverá qualquer implicação direta sobre transferência de atletas", garantiu o diretor.
Os "objetivos estratégicos", segundo ele próprio explicou na coletiva, seriam os resultados alcançados dentro de campo, como títulos e classificações para a Libertadores.
Gustavo Vieria ainda defendeu que a produtividade se estenda para além da sua função e chegue também ao elenco. "De forma discreta, a gente já utiliza isso há um bom tempo. Alguns atletas têm cláusulas que impactam a remuneração em relação à performance e desempenho. Isso já existe e é para mim um fator de boa gestão. Este tipo de assunto deve ser debatido, mas é um elemento importante."
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