Gravação feita por Guerreiro que comprovaria atos ilegais de Aidar é principal prova contra ex-presidente do São Paulo
Fonte IG
22 de Outubro de 2015
Rubens Chiri/saopaulofc.net
Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, antes da partida do São Paulo contra o Santos
O torcedor são-paulino não deve esperar que venha do presidente em exercício do clube e favorito a assumi-lo em definitivo a partir da próxima terça-feira a ação que torne pública a principal prova que levou Carlos Miguel Aidar a renunciar a presidência do São Paulo na última semana.
Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, presidente interino do clube, disse que não depende dele a publicação do áudio gravado por Ataíde Gil Guerreiro, vice-presidente de futebol do clube, em que Aidar admite ações ilegais na adminstração do clube.
Na gravação, Aidar ofereceria uma porcentagem a Ataíde em uma compra de um jogador. Leco, que logo depois da notícia sobre o áudio comprometedor disse que o ouviu e o achou muito grave, agora diz que não foi bem assim e que só Ataíde poderá tornar de conhecimento de todos os são-paulinos a principal prova contra Aidar.
Antes da partida de quarta-feira entre São Paulo e Santos pela Copa do Brasil, Leco foi perguntado se tinha estipulado alguma data para tornar pública a gravação e mais uma vez se esquivou. "Eu não tenho nenhuma data, nenhuma marca, porque isso não depende de mim, depende dele (Ataíde)", disse Leco, candidato nas eleições do dia 27. Ele concorre com Newton Ferreira, candidato lançado pela oposição.
Ainda que se esquive das evidências, Leco adota discurso de que tudo será esclarecido. Perguntado se teme que o processo contra Aidar, que pode até ser expulso do clube, "acabe em pizza", Leco foi direto.
"Não vai acabar (em pizza). O São Paulo, mais do que tudo, demonstrou numa conjuntura tão adversa que tem lidado bem com o problema, ainda que parcialmente. E daqui pra frente vamos tratar das decorrências de tudo que aconteceu. Ao contrário do que muita gente disse, o São Paulo deu mostras da sua força, grandeza e seriedade à medida que iniciou um processo de ruptura com o que estava acontecendo", comentou.
Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, antes da partida do São Paulo contra o Santos
O torcedor são-paulino não deve esperar que venha do presidente em exercício do clube e favorito a assumi-lo em definitivo a partir da próxima terça-feira a ação que torne pública a principal prova que levou Carlos Miguel Aidar a renunciar a presidência do São Paulo na última semana.
Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, presidente interino do clube, disse que não depende dele a publicação do áudio gravado por Ataíde Gil Guerreiro, vice-presidente de futebol do clube, em que Aidar admite ações ilegais na adminstração do clube.
Na gravação, Aidar ofereceria uma porcentagem a Ataíde em uma compra de um jogador. Leco, que logo depois da notícia sobre o áudio comprometedor disse que o ouviu e o achou muito grave, agora diz que não foi bem assim e que só Ataíde poderá tornar de conhecimento de todos os são-paulinos a principal prova contra Aidar.
Antes da partida de quarta-feira entre São Paulo e Santos pela Copa do Brasil, Leco foi perguntado se tinha estipulado alguma data para tornar pública a gravação e mais uma vez se esquivou. "Eu não tenho nenhuma data, nenhuma marca, porque isso não depende de mim, depende dele (Ataíde)", disse Leco, candidato nas eleições do dia 27. Ele concorre com Newton Ferreira, candidato lançado pela oposição.
Ainda que se esquive das evidências, Leco adota discurso de que tudo será esclarecido. Perguntado se teme que o processo contra Aidar, que pode até ser expulso do clube, "acabe em pizza", Leco foi direto.
"Não vai acabar (em pizza). O São Paulo, mais do que tudo, demonstrou numa conjuntura tão adversa que tem lidado bem com o problema, ainda que parcialmente. E daqui pra frente vamos tratar das decorrências de tudo que aconteceu. Ao contrário do que muita gente disse, o São Paulo deu mostras da sua força, grandeza e seriedade à medida que iniciou um processo de ruptura com o que estava acontecendo", comentou.
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