Um roteiro previsível em quase todos os clássicos
por Bruno Grossi
Fonte LANCE!Net
22 de Outubro de 2015
Foto: Fernando Dantas / Gazeta Press
O “segundo início” de jogo do São Paulo no Morumbi até animou a torcida. O quarteto ofensivo apresentou boa movimentação, encurralou o Santos no campo defesa e fez o goleiro Vanderlei permanecer em estado de alerta. O problema é que cenários como esse aconteceram em praticamente todos os clássicos deste ano para o Tricolor.
Exceção à estreia na Libertadores contra o Corinthians e aos 3 a 0 para o Palmeiras no Paulistão, os são-paulinos foram superiores em volume de jogo nos primeiros minutos dos embates contra os rivais. O problema é que o ímpeto inicial acabava murchando com gols dos adversários em contra-ataques ou em jogadas isoladas. O San-São desta quarta-feira reflete toda essa sina.
O gol de Gabriel, causado por um erro grotesco de leitura do zagueiro Luiz Eduardo, fez desmoronar um moral que crescia pelos pés de Ganso. O golaço de Alexandre Pato reacendeu a chama do Tricolor, que seguiu criando as melhores chances, mas a chuva torrencial que desabou sobre a capital paulista logo apagou a empolgação.
O Santos percebeu, como já havia acontecido na Vila Belmiro no Brasileirão, que era necessário apertar a saída de bola deficiente – e prejudicada pela tempestade – de Lucão e Luiz Eduardo. Assim, nasceram os dois gols surpreendentes no início da etapa complementar. Um deles, o de Ricardo Oliveira, fez Doriva sofrer o terceiro gol em escanteio em três partidas, algo que aconteceu com Juan Carlos Osorio no comando apenas uma vez em 28 partidas.
E é preciso questionar as opções de Doriva. Um gramado impraticável não parecia ser o ideal para que Alan Kardec, recém-recuperado de lesão grave, e Centurión, nato carregador de bola, serem as soluções de um time desde janeiro impotente.
O “segundo início” de jogo do São Paulo no Morumbi até animou a torcida. O quarteto ofensivo apresentou boa movimentação, encurralou o Santos no campo defesa e fez o goleiro Vanderlei permanecer em estado de alerta. O problema é que cenários como esse aconteceram em praticamente todos os clássicos deste ano para o Tricolor.
Exceção à estreia na Libertadores contra o Corinthians e aos 3 a 0 para o Palmeiras no Paulistão, os são-paulinos foram superiores em volume de jogo nos primeiros minutos dos embates contra os rivais. O problema é que o ímpeto inicial acabava murchando com gols dos adversários em contra-ataques ou em jogadas isoladas. O San-São desta quarta-feira reflete toda essa sina.
O gol de Gabriel, causado por um erro grotesco de leitura do zagueiro Luiz Eduardo, fez desmoronar um moral que crescia pelos pés de Ganso. O golaço de Alexandre Pato reacendeu a chama do Tricolor, que seguiu criando as melhores chances, mas a chuva torrencial que desabou sobre a capital paulista logo apagou a empolgação.
O Santos percebeu, como já havia acontecido na Vila Belmiro no Brasileirão, que era necessário apertar a saída de bola deficiente – e prejudicada pela tempestade – de Lucão e Luiz Eduardo. Assim, nasceram os dois gols surpreendentes no início da etapa complementar. Um deles, o de Ricardo Oliveira, fez Doriva sofrer o terceiro gol em escanteio em três partidas, algo que aconteceu com Juan Carlos Osorio no comando apenas uma vez em 28 partidas.
E é preciso questionar as opções de Doriva. Um gramado impraticável não parecia ser o ideal para que Alan Kardec, recém-recuperado de lesão grave, e Centurión, nato carregador de bola, serem as soluções de um time desde janeiro impotente.
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