Sem Paulo Amaral, principal grupo de oposição desiste de eleição no São Paulo
Fonte ESPN
20 de Outubro de 2015
Foto: Gazeta Press
Hoje oposição no São Paulo, o grupo Força São Paulo definiu em uma reunião no fim de noite da última segunda-feira que não indicará candidato para disputar a eleição do clube contra Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, presidente interino, no próximo dia 27.
Na última sexta, o empresário Paulo Amaral Vasconcelos, presidente entre 2000 e 2002, chegou a anunciar que seria candidato, mas no sábado desistiu de concorrer ao pleito. A decisão surpreendeu alguns membros do grupo Força São Paulo.
Sem Paulo Amaral Vasconcelos, chegou-se a cogitar a candidatura de Fernando Casal de Rey, que presidiu o São Paulo entre 1994 e 1998 e também integra o Força São Paulo. Mas ele não aceitou participar do pleito tricolor.
Na reunião de segunda, o grupo ouviu as justificativas de Paulo Amaral, que não estava presente na reunião (está na Itália). O argumento principal foi a difícil situação financeira do São Paulo, que acumula dívida superior a R$ 270 milhões.
O valor é atribuído à gestão do grupo de Juvenal Juvêncio, que ficou no poder entre 2002 a 2014, e não somente ao ex-presidente Carlos Miguel Aidar, que sucedeu Juvêncio e renunciou ao cargo no último dia 13 de outubro em meio a acusações de desvio de dinheiro vindas de Ataíde Gil Guerreiro, vice-presidente de futebol e ex-aliado de Aidar.
Alguns conselheiros, no entanto, apontam que pesou também a declaração do goleiro Rogério Ceni para Paulo Amaral ter desistido. Na sexta, após o empresário anunciar a candidatura, o capitão tricolor negou-se a falar sobre ele. "Não vale a pena falar uma palavra desse senhor. Não vale a pena citar qualquer frase desse senhor".
Paulo Amaral é Rogério Ceni são desafetos. Em 2001, durante a gestão do empresário, o goleiro foi afastado do time por quatro semanas após o mandatário acusar o jogador de forjar uma proposta do Arsenal, da Inglaterra, para ter aumento salarial.
Mesmo sem candidato, o Força São Paulo manterá a oposição ao presidente interino Leco. Em comunicado que divulgará nesta terça, o grupo anunciará que é favor das ideias propostas pelo empresário Abílio Diniz, membro do conselho consultivo do São Paulo, como a adoção de uma auditoria interna, um programa de governaça e o processo de profissionalização do São Paulo, mas que fiscalizará as ações de Leco, por enquanto candidato único para ser eleito até abril de 2017.
Hoje oposição no São Paulo, o grupo Força São Paulo definiu em uma reunião no fim de noite da última segunda-feira que não indicará candidato para disputar a eleição do clube contra Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, presidente interino, no próximo dia 27.
Na última sexta, o empresário Paulo Amaral Vasconcelos, presidente entre 2000 e 2002, chegou a anunciar que seria candidato, mas no sábado desistiu de concorrer ao pleito. A decisão surpreendeu alguns membros do grupo Força São Paulo.
Sem Paulo Amaral Vasconcelos, chegou-se a cogitar a candidatura de Fernando Casal de Rey, que presidiu o São Paulo entre 1994 e 1998 e também integra o Força São Paulo. Mas ele não aceitou participar do pleito tricolor.
Na reunião de segunda, o grupo ouviu as justificativas de Paulo Amaral, que não estava presente na reunião (está na Itália). O argumento principal foi a difícil situação financeira do São Paulo, que acumula dívida superior a R$ 270 milhões.
O valor é atribuído à gestão do grupo de Juvenal Juvêncio, que ficou no poder entre 2002 a 2014, e não somente ao ex-presidente Carlos Miguel Aidar, que sucedeu Juvêncio e renunciou ao cargo no último dia 13 de outubro em meio a acusações de desvio de dinheiro vindas de Ataíde Gil Guerreiro, vice-presidente de futebol e ex-aliado de Aidar.
Alguns conselheiros, no entanto, apontam que pesou também a declaração do goleiro Rogério Ceni para Paulo Amaral ter desistido. Na sexta, após o empresário anunciar a candidatura, o capitão tricolor negou-se a falar sobre ele. "Não vale a pena falar uma palavra desse senhor. Não vale a pena citar qualquer frase desse senhor".
Paulo Amaral é Rogério Ceni são desafetos. Em 2001, durante a gestão do empresário, o goleiro foi afastado do time por quatro semanas após o mandatário acusar o jogador de forjar uma proposta do Arsenal, da Inglaterra, para ter aumento salarial.
Mesmo sem candidato, o Força São Paulo manterá a oposição ao presidente interino Leco. Em comunicado que divulgará nesta terça, o grupo anunciará que é favor das ideias propostas pelo empresário Abílio Diniz, membro do conselho consultivo do São Paulo, como a adoção de uma auditoria interna, um programa de governaça e o processo de profissionalização do São Paulo, mas que fiscalizará as ações de Leco, por enquanto candidato único para ser eleito até abril de 2017.
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