Paulo Amaral desiste de candidatura
17 de Outubro de 2015O ex-presidente do São Paulo não vai mais concorrer ao cargo de presidente. Com isso, Leco que no momento está como presidente interino, se torna o único candidato na eleição.
A informação foi dada pelo UOL ESPORTE e confirmada pelo GloboEsporte.com com o também ex-presidente José Eduardo Mesquita Pimenta.
- Ele repensou sobre o momento político do São Paulo e também financeiro e achou melhor não concorrer agora - declarou Pimenta.
Paulo Amaral tinha o apoio dos grupos Tradição, do ex-presidente Fernando Casal de Rey, um dos mais numerosos do conselho são-paulino. Do Força São Paulo, Movimento São Paulo e Vanguarda, além do Clube da Fé, de Marco Aurélio Cunha, que havia manifestado apoio a Leco, mas que se dividiu após o lançamento da candidatura de Amaral. Do lado do Leco, estão os grupos Legião, de Ataíde Gil Guerreiro, os aliados do ex-presidente Juvenal Juvêncio, além de membros do Participação e dissidentes de Movimento São Paulo e Vanguarda.
Paulo Amaral foi presidente do tricolor entre 2000 e 2002 e seu marco foi se tornar o grande desafeto de Ceni, quando duvidou que o goleiro teria uma proposta do Arsenal, da Inglaterra em 2001.
Ainda ao UOL ESPORTE, Eduardo Mesquita Pimenta afirmou que o mesmo bloco de Amaral, com a mesma base de apoio não pretende lançar outro candidato, pois não há mais tempo.
A informação foi dada pelo UOL ESPORTE e confirmada pelo GloboEsporte.com com o também ex-presidente José Eduardo Mesquita Pimenta.
- Ele repensou sobre o momento político do São Paulo e também financeiro e achou melhor não concorrer agora - declarou Pimenta.
Paulo Amaral tinha o apoio dos grupos Tradição, do ex-presidente Fernando Casal de Rey, um dos mais numerosos do conselho são-paulino. Do Força São Paulo, Movimento São Paulo e Vanguarda, além do Clube da Fé, de Marco Aurélio Cunha, que havia manifestado apoio a Leco, mas que se dividiu após o lançamento da candidatura de Amaral. Do lado do Leco, estão os grupos Legião, de Ataíde Gil Guerreiro, os aliados do ex-presidente Juvenal Juvêncio, além de membros do Participação e dissidentes de Movimento São Paulo e Vanguarda.
Paulo Amaral foi presidente do tricolor entre 2000 e 2002 e seu marco foi se tornar o grande desafeto de Ceni, quando duvidou que o goleiro teria uma proposta do Arsenal, da Inglaterra em 2001.
Ainda ao UOL ESPORTE, Eduardo Mesquita Pimenta afirmou que o mesmo bloco de Amaral, com a mesma base de apoio não pretende lançar outro candidato, pois não há mais tempo.
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