Decisão de fixar Breno como zagueiro foi exclusivamente de Doriva
Desde que voltou a jogar, após quatro anos preso na Alemanha, camisa 33 do São Paulo se firmou como volante graças a aposta de Osorio ignorada até aqui pelo novo técnico
Fonte LANCE!Net
16 de Outubro de 2015
(FOTO: Érico Leonan/www.saopaulofc.net)
A decisão de fixar Breno como zagueiro, sua posição de origem, e não volante, como foi adaptado por Juan Carlos Osorio, foi exclusivamente do técnico Doriva. O jogador não pediu para ser utilizado na função em que iniciou a carreira, tampouco se opôs na linha à frente dos zagueiros.
A opção de Doriva se confirmou em sua estreia, contra o Fluminense, na última quarta-feira. Ele deu nova chance a Hudson, que não vinha sendo utilizado com frequência com Osorio, e deixou Breno mo banco de reservas. O camisa 25 acabou levando cartão amarelo no início do jogo e saiu no intervalo para a entrada de Wesley. Depois, Doriva justificou a escalação no meio.
– Hudson é quem tem mais característica de primeiro volante. O Thiago Mendes é um jogador que tem muita dinâmica, sai muito, tem facilidade de chegar na frente. Temos de acertar esse meio de campo, ter mobilidade, dinâmica – afirmou o novo comandante tricolor.
Em seu primeiro dia de São Paulo, na quinta-feira da semana passada, Doriva disse que não era entusiasta de escalar jogadores improvisados. Assim, já em seu primeiro treino, antes da entrevista de apresentação, escalou Breno como zagueiro. E seguiu até a derrota no Maracanã.
A entrada de Breno como volante foi considerado um dos maiores acertos do colombiano nos quatro meses em que esteve no São Paulo. O técnico colombiano apostou no novo posicionamento do jogador pela primeira vez no segundo tempo do clássico contra o Corinthians e depois disso o time sofreu apenas dois gols com o camisa 33 em campo.
O defensor voltou ao São Paulo este ano, após passar três anos preso na Alemanha em condenação por ter incendiado a própria casa.
A decisão de fixar Breno como zagueiro, sua posição de origem, e não volante, como foi adaptado por Juan Carlos Osorio, foi exclusivamente do técnico Doriva. O jogador não pediu para ser utilizado na função em que iniciou a carreira, tampouco se opôs na linha à frente dos zagueiros.
A opção de Doriva se confirmou em sua estreia, contra o Fluminense, na última quarta-feira. Ele deu nova chance a Hudson, que não vinha sendo utilizado com frequência com Osorio, e deixou Breno mo banco de reservas. O camisa 25 acabou levando cartão amarelo no início do jogo e saiu no intervalo para a entrada de Wesley. Depois, Doriva justificou a escalação no meio.
– Hudson é quem tem mais característica de primeiro volante. O Thiago Mendes é um jogador que tem muita dinâmica, sai muito, tem facilidade de chegar na frente. Temos de acertar esse meio de campo, ter mobilidade, dinâmica – afirmou o novo comandante tricolor.
Em seu primeiro dia de São Paulo, na quinta-feira da semana passada, Doriva disse que não era entusiasta de escalar jogadores improvisados. Assim, já em seu primeiro treino, antes da entrevista de apresentação, escalou Breno como zagueiro. E seguiu até a derrota no Maracanã.
A entrada de Breno como volante foi considerado um dos maiores acertos do colombiano nos quatro meses em que esteve no São Paulo. O técnico colombiano apostou no novo posicionamento do jogador pela primeira vez no segundo tempo do clássico contra o Corinthians e depois disso o time sofreu apenas dois gols com o camisa 33 em campo.
O defensor voltou ao São Paulo este ano, após passar três anos preso na Alemanha em condenação por ter incendiado a própria casa.
Avalie esta notícia:
4
46
VEJA TAMBÉM
- Djhordney fora: São Paulo aposta na volta de Marcos Antônio contra o Vasco- Calleri brilha, marca dois e São Paulo reencontra vitória e alivia pressão
- Após 160 dias, Lucas retorna ao São Paulo contra o Vitória
- Gol! São Paulo faz 2x1 e está levando a vitória!
- Gol! São Paulo abre o placar contra o Vitória com gol de artilheiro!
