Rogério pede investigação e diz que dirigentes devem se unir pelo clube
Fonte Gazeta Esportiva
15 de Outubro de 2015
Rogério Ceni, capitão da equipe, quer um Tricolor mais organizado nos últimos meses da carreira (Foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net)
Em meio a todo caos que tem regido o São Paulo durante o último mês, o goleiro Rogério Ceni talvez seja o nome com maior importância para avaliar o momento do clube. Funcionário do Tricolor há 25 anos, ele não se esquivou ao ser questionado sobre o que espera da recente mudança na presidência. Nesta quinta, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, dará sua primeira entrevista após suceder Carlos Miguel Aidar no cargo.
Para o arqueiro, independentemente da posição política que os membros do Conselho ou da direção tenham, o mais importante no momento é que haja uma união em prol do futebol, cada vez mais deixado de lado nos noticiários acerca do clube.
“Eu espero que as coisas mudem, sim. É o momento de as pessoas pensarem no clube, presidente assumindo interinamente. É o momento de se preocupar um pouco mais com o clube e o bem-estar da instituição do que com a política”, analisou o camisa 1.
Diretamente envolvido nisso, já que só fica até o final desta temporada na equipe e deseja encerrar a carreira ao menos com o título da Copa do Brasil, competição em que o Tricolor já está nas semifinais, Ceni considera a permanência de Leco até abri de 2017 como a melhor saída atualmente.
“É o momento de todos sentarem no clube e discutirem, resolver o que precisa ser resolvido. Até, quem sabe, o próprio Leco não fique um ano e meio no clube para resolver isso”, comentou. A data seria a do final do mandato de Aidar, interrompido provisoriamente com a sua renúncia. Leco, que assumiu por ser presidente do Conselho, tem de convocar novas eleições até 13 de novembro. Ele é o favorito para ganhar o novo pleito.
Por fim, o ídolo da torcida, um dos poucos a pedir esclarecimentos sobre negócios inusitados da antiga diretoria, como a chegada do zagueiro Iago Maidana, exigiu investigação total das acusações contra Aidar. “Tudo que aconteceu precisa ser apurado e deixado às claras”, encerrou.
Em meio a todo caos que tem regido o São Paulo durante o último mês, o goleiro Rogério Ceni talvez seja o nome com maior importância para avaliar o momento do clube. Funcionário do Tricolor há 25 anos, ele não se esquivou ao ser questionado sobre o que espera da recente mudança na presidência. Nesta quinta, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, dará sua primeira entrevista após suceder Carlos Miguel Aidar no cargo.
Para o arqueiro, independentemente da posição política que os membros do Conselho ou da direção tenham, o mais importante no momento é que haja uma união em prol do futebol, cada vez mais deixado de lado nos noticiários acerca do clube.
“Eu espero que as coisas mudem, sim. É o momento de as pessoas pensarem no clube, presidente assumindo interinamente. É o momento de se preocupar um pouco mais com o clube e o bem-estar da instituição do que com a política”, analisou o camisa 1.
Diretamente envolvido nisso, já que só fica até o final desta temporada na equipe e deseja encerrar a carreira ao menos com o título da Copa do Brasil, competição em que o Tricolor já está nas semifinais, Ceni considera a permanência de Leco até abri de 2017 como a melhor saída atualmente.
“É o momento de todos sentarem no clube e discutirem, resolver o que precisa ser resolvido. Até, quem sabe, o próprio Leco não fique um ano e meio no clube para resolver isso”, comentou. A data seria a do final do mandato de Aidar, interrompido provisoriamente com a sua renúncia. Leco, que assumiu por ser presidente do Conselho, tem de convocar novas eleições até 13 de novembro. Ele é o favorito para ganhar o novo pleito.
Por fim, o ídolo da torcida, um dos poucos a pedir esclarecimentos sobre negócios inusitados da antiga diretoria, como a chegada do zagueiro Iago Maidana, exigiu investigação total das acusações contra Aidar. “Tudo que aconteceu precisa ser apurado e deixado às claras”, encerrou.
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