Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net
Ao decretar o fim do rodízio, das improvisações e deixar para trás praticamente tudo o que fora feito por Juan Carlos Osorio, Doriva ajeitou a bola para as comparações. Se tivesse baixado a guarda em sua apresentação, apenas dizendo que aos poucos colocaria em prática suas filosofias, talvez houvesse menos tentação em colocar os times lado a lado.
Com o mesmo imediatismo de Doriva ao falar de Osorio, pode-se tomar o primeiro gol do Fluminense como exemplo. Em 28 jogos, Osorio viu sua defesa sofrer só um gol em escanteios.
Doriva sofreu um logo na estreia. E para provar que não se trata de coincidência, basta citar que Luis Fabiano sempre foi o responsável por bloquear o primeiro poste, e nunca por marcar o centroavante rival.
Outro exemplo mora em Breno. Como volante, ajudou Osorio a ter um time mais combativo e menos exposto. Nesta quarta-feira, ficou no banco e viu o segundo tento do Flu escancarar o defeito. Doriva abriu mão das filosofias de Osorio sem hesitar, sem antes analisar o elenco. Uma decisão de personalidade e precipitada que dá margem aos paralelos.
Uma comparação inevitável e provocada por Doriva
por Bruno Grossi
Fonte LANCE!Net
15 de Outubro de 2015
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