Ex-aliados de Aidar cobram auditoria também na gestão de Juvenal no SPFC
Fonte Blog do Perrone
12 de Outubro de 2015
Ex-aliados de Carlos Miguel Aidar, incluindo pelo menos três ex-diretores, querem uma auditoria no São Paulo que atinja também a gestão de Juvenal Juvêncio.
A ideia é cobrar o próximo presidente, caso Aidar de fato renuncie, para que aceite a oferta do empresário Abilio Diniz. Ele se dispõe a pagar uma empresa para fazer auditoria no clube. Porém, esses ex-colaboradores de Carlos Miguel querem que sejam auditados os últimos cinco anos de administração, o que englobaria o final da era Juvenal.
Desde que a situação de Carlos Miguel começou a ficar insustentável, aliados do presidente argumentam que algumas negociações semelhantes a que ele fez foram realizadas por Juvenal. Afirmam, por exemplo, que JJ também contratou jogadores de clubes de empresários, como ocorreu com Iago Maidana.
O discurso oficial, no entanto, é o de que não existe perseguição a Juvenal, mas uma necessidade de entender como o clube saiu de uma situação confortável para mergulhar numa profunda crise financeira. Com as explicações, seria possível evitar a repetição dos mesmos erros.
Porém, a postura de revirar as gavetas de Juvenal é sinal de que a saída de Aidar não deve pacificar o clube, em colapso político desde que o ex-presidente e o atual entraram em conflito.
O grupo que exige que a administração de Juvenal também seja auditada tem membros de partidos que se reuniram no último domingo para discutir o futuro são-paulino e criaram uma aliança chamada de “Governabilidade”.
A ideia é cobrar o próximo presidente, caso Aidar de fato renuncie, para que aceite a oferta do empresário Abilio Diniz. Ele se dispõe a pagar uma empresa para fazer auditoria no clube. Porém, esses ex-colaboradores de Carlos Miguel querem que sejam auditados os últimos cinco anos de administração, o que englobaria o final da era Juvenal.
Desde que a situação de Carlos Miguel começou a ficar insustentável, aliados do presidente argumentam que algumas negociações semelhantes a que ele fez foram realizadas por Juvenal. Afirmam, por exemplo, que JJ também contratou jogadores de clubes de empresários, como ocorreu com Iago Maidana.
O discurso oficial, no entanto, é o de que não existe perseguição a Juvenal, mas uma necessidade de entender como o clube saiu de uma situação confortável para mergulhar numa profunda crise financeira. Com as explicações, seria possível evitar a repetição dos mesmos erros.
Porém, a postura de revirar as gavetas de Juvenal é sinal de que a saída de Aidar não deve pacificar o clube, em colapso político desde que o ex-presidente e o atual entraram em conflito.
O grupo que exige que a administração de Juvenal também seja auditada tem membros de partidos que se reuniram no último domingo para discutir o futuro são-paulino e criaram uma aliança chamada de “Governabilidade”.
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