Saída de Aidar da presidência não altera negociação com ingleses (Gazeta Press)
Em meio à turbulência política no São Paulo, com direito a brigas, acusações de fraude e a renúncia do presidente Carlos Miguel Aidar, marcada para esta terça-feira, há uma boa notícia: o grupo Força São Paulo, que conta com 15 conselheiros, sendo dois diretores, encontrou investidores ingleses dispostos a injetar já R$ 150 milhões no clube do Morumbi.
O dinheiro seria usado para alongar as dívidas bancárias do Tricolor. “Já entregamos o projeto ao CEO do São Paulo, o Paulo Ricardo, e só dependemos do sim do clube para que ele se torne real”, diz Dorival Decoussau, diretor de relações institucionais do Tricolor até a semana passada.
“Pagaremos tudo a esse grupo inglês, da área de entretenimento, com juros e carências muito menores do que os praticados junto aos bancos, garantindo, assim, uma economia de até R$ 25 milhões por ano ao São Paulo”, acrescenta Dorival. Hoje, a dívida bancária do Tricolor é de pouco mais de R$ 160 milhões. Por mês, o clube gasta R$ 2,7 milhões com juros e cerca de R$ 5,5 milhões com amortizações.
A troca na presidência, de acordo com o ex-diretor, não afeta os planos. “E é importante destacar que não há qualquer comissão prevista para ninguém dentro do clube nessa operação de captação de dinheiro”, conclui Dorival.
Nos últimos dias, especulou-se no Morumbi que Dorival e Eduardo Alfano, outro diretor que faz parte da Força São Paulo seriam os únicos a não abandonar o presidente Carlos Miguel Aidar durante o processo de desgaste político. “É mentira. Eu e o Alfano colocamos nossos cargos à disposição 60 dias atrás. O Aidar é que não aceitou em um primeiro momento. Mas nos desligamos de vez na última terça-feira, junto dos demais diretores e vice-presidentes”, assegura Dorival.
Segunda via:
Muitas pessoas influentes no São Paulo já acenaram com a ideia de Leco se lançar candidato único à presidência do clube. Mas várias outras querem Fernando Casal de Rey para o lugar de Carlos Miguel Aidar no clube do Morumbi.
O grande problema dos defensores da ideia é o próprio ex-presidente, que reluta em relação à ideia de voltar a dirigir o clube. Ele esteve à frente do Tricolor entre 1994 e 98.
São Paulo analisa projeto de grupo inglês disposto a injetar R$ 150mi
Fonte Blog do Jorge Nicola
12 de Outubro de 2015
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