Aidar renunciou à presidência do SP, mas não é o único. Veja mais casos
Carlos Miguel Aidar informou, na manhã deste domingo, que não permanecerá no hexacampeão brasileiro
Fonte LANCE!Net
11 de Outubro de 2015
Carlos Miguel Aidar surpreendeu no início desta manhã ao revelar que renunciará ao cargo de presidente do São Paulo na terça-feira, quando terá uma reunião com conselheiros da agremiação. Entretanto, o desejo de deixar o cargo máximo do clube não é uma exclusividade do atual mandatário do São Paulo e já aconteceu em outras oportunidades. Motivado por essa decisão, o LANCE!Net montou uma lista de ex-dirigentes brasileiros que tomaram decisão parecida.
Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro

Conhecido como Laor, o ex-presidente do Santos deixou o cargo após um problema clínico. Ele renunciou à presidência do Santos em maio de 2014. Afastado há praticamente um ano por problemas de saúde, o dirigente tinha sido reeleito no fim de 2012 com 87% dos votos. Odílio Rodrigues foi seu substituto.
Ziza Valadares

O presidente do Atlético-MG no ano do centenário não agradou à torcida por conta dos times montados e as fracas campanhas. Em 2008, deixou a presidência do clube por não suportar a pressão por parte dos alvinegros. O seu substituto foi Alexandre Kalil, que ficou na Cidade do Galo por seis temporadas.
Alberto Dualib

No comando do Corinthians por 14 anos, Alberto Dualib deixou o clube após investigações da Polícia Federal por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. A sua intenção foi evitar um iminente impeachment por parte dos conselheiros. Ele se afastou do cargo ao lado do vice Nesi Curi. Andrés Sanchez foi o substituto.
Miguel Kodja Neto
Miguel Kodja Neto, em 1994, renunciou por acusações de esquema em um projeto de "Telebingo" em que os prêmios jamais foram entregues aos ganhadores. O golpe aplicado pelo ex-dirigente era de aproximadamente R$ 8 milhões. Assim que descoberto, o dirigente foi afastado do cargo, e o clube ingressou com ação de dano moral.
Edmundo Santos Silva

Investigado e denunciado pelas CPIs da Câmara e do Senado, o ex-presidente do Flamengo foi acusado de fraude contábil e desvio de recursos em sua administração, em 2001. Além disso, alguns de seus opositores denunciaram irregularidade nas transações de alguns jogadores e no contrato com a empresa ISL, que faliu no ano passado. Normalmente, o vice Júlio Lopes assumiria o comando do Flamengo. Porém, o mandato de Júlio foi cassado após a acusação de que ele estaria usando o cargo para ajudar na sua campanha para deputado.
Luis Álvaro de Oliveira Ribeiro

Conhecido como Laor, o ex-presidente do Santos deixou o cargo após um problema clínico. Ele renunciou à presidência do Santos em maio de 2014. Afastado há praticamente um ano por problemas de saúde, o dirigente tinha sido reeleito no fim de 2012 com 87% dos votos. Odílio Rodrigues foi seu substituto.
Ziza Valadares

O presidente do Atlético-MG no ano do centenário não agradou à torcida por conta dos times montados e as fracas campanhas. Em 2008, deixou a presidência do clube por não suportar a pressão por parte dos alvinegros. O seu substituto foi Alexandre Kalil, que ficou na Cidade do Galo por seis temporadas.
Alberto Dualib

No comando do Corinthians por 14 anos, Alberto Dualib deixou o clube após investigações da Polícia Federal por lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. A sua intenção foi evitar um iminente impeachment por parte dos conselheiros. Ele se afastou do cargo ao lado do vice Nesi Curi. Andrés Sanchez foi o substituto.
Miguel Kodja Neto
Miguel Kodja Neto, em 1994, renunciou por acusações de esquema em um projeto de "Telebingo" em que os prêmios jamais foram entregues aos ganhadores. O golpe aplicado pelo ex-dirigente era de aproximadamente R$ 8 milhões. Assim que descoberto, o dirigente foi afastado do cargo, e o clube ingressou com ação de dano moral.
Edmundo Santos Silva

Investigado e denunciado pelas CPIs da Câmara e do Senado, o ex-presidente do Flamengo foi acusado de fraude contábil e desvio de recursos em sua administração, em 2001. Além disso, alguns de seus opositores denunciaram irregularidade nas transações de alguns jogadores e no contrato com a empresa ISL, que faliu no ano passado. Normalmente, o vice Júlio Lopes assumiria o comando do Flamengo. Porém, o mandato de Júlio foi cassado após a acusação de que ele estaria usando o cargo para ajudar na sua campanha para deputado.
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