Leco vê renúncia de Aidar como ''marco''; novo presidente pode ficar até 7,5 anos no cargo
Fonte ESPN
11 de Outubro de 2015
Leco pode ser presidente do São Paulo até 2022; ele vê renúncia de Aidar como 'marco'
Com o anúncio oficial da renúncia de Carlos Miguel Aidar já agendado para a próxima terça-feira - ele mesmo confirmou que o fará em entrevista ao "Portal UOL" -, o São Paulo dará início no mesmo dia ao processo de escolha do substituto que ocupará o cargo de presidente do clube, a princípio, pelos próximos 18 meses.
De acordo com o estatuto social tricolor, a partir do pedido formal de renúncia, o presidente do Conselho Deliberativo assume interinamente e tem que convocar dentro de até 30 dias uma sessão extraordinária para eleger o novo mandatário.
O presidente do conselho é Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco.
"Vamos encontrar o São Paulo num momento de turbulência, mas precisamos ter ciência que a partir do momento em que estivermos lá, se inicia uma nova trajetória, um novo compromisso. Esperamos que o São Paulo retome sua condição de tranquilidade", disse o senhor de 77 anos em entrevista aos canais ESPN neste domingo - a versão completa você assiste no Bate-Bola, que começa às 17h45, na ESPN Brasil.
"Esse é um marco. A proposta é exatamente essa, que se transforme esse momento de crise numa nova era", acrescentou.
Leco também não descartou a possibilidade de, passados os 18 messtes restantes do mandato de Aidar que deve cobrir como tampão, ser o candidato para estar à frente do clube nos três anos seguintes.
Os candidatos a assumir o São Paulo após a renúncia de Aidar são desconhecidos. Julio Casares, ex-vice-presidente geral, garantiu ao ESPN.com.br que "não" é e nem gostaria de ser candidato ao posto - ele era um dos quatro postulantes da situação (os outros eram Leco, Roberto Natel e Aidar) na briga para assumir o cargo que era de Juvenal Juvêncio, que, no fim, optou por indicar Aidar.
Pelo estatuto, o mandato tampão não conta como reeleição, assim, Leco, se de fato for o esclhido neste processo de sucessão, pode ficar até sete anos e meio no comando tricolor. Ele comandaria pelos próximos 18 meses e, depois, por mais seis anos, até 2022.
Com o anúncio oficial da renúncia de Carlos Miguel Aidar já agendado para a próxima terça-feira - ele mesmo confirmou que o fará em entrevista ao "Portal UOL" -, o São Paulo dará início no mesmo dia ao processo de escolha do substituto que ocupará o cargo de presidente do clube, a princípio, pelos próximos 18 meses.
De acordo com o estatuto social tricolor, a partir do pedido formal de renúncia, o presidente do Conselho Deliberativo assume interinamente e tem que convocar dentro de até 30 dias uma sessão extraordinária para eleger o novo mandatário.
O presidente do conselho é Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco.
"Vamos encontrar o São Paulo num momento de turbulência, mas precisamos ter ciência que a partir do momento em que estivermos lá, se inicia uma nova trajetória, um novo compromisso. Esperamos que o São Paulo retome sua condição de tranquilidade", disse o senhor de 77 anos em entrevista aos canais ESPN neste domingo - a versão completa você assiste no Bate-Bola, que começa às 17h45, na ESPN Brasil.
"Esse é um marco. A proposta é exatamente essa, que se transforme esse momento de crise numa nova era", acrescentou.
Leco também não descartou a possibilidade de, passados os 18 messtes restantes do mandato de Aidar que deve cobrir como tampão, ser o candidato para estar à frente do clube nos três anos seguintes.
Os candidatos a assumir o São Paulo após a renúncia de Aidar são desconhecidos. Julio Casares, ex-vice-presidente geral, garantiu ao ESPN.com.br que "não" é e nem gostaria de ser candidato ao posto - ele era um dos quatro postulantes da situação (os outros eram Leco, Roberto Natel e Aidar) na briga para assumir o cargo que era de Juvenal Juvêncio, que, no fim, optou por indicar Aidar.
Pelo estatuto, o mandato tampão não conta como reeleição, assim, Leco, se de fato for o esclhido neste processo de sucessão, pode ficar até sete anos e meio no comando tricolor. Ele comandaria pelos próximos 18 meses e, depois, por mais seis anos, até 2022.
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