Juvenal Juvêncio já foi informado sobre renúncia de Aidar no São Paulo
Fonte 90min
10 de Outubro de 2015
Isolado politicamente, o presidente do São Paulo, Carlos Miguel Aidar, está preparado para renunciar ao cargo. Pelo menos é o site UOL Esporte, em reportagem assinada por Guilherme Palenzuela. Segundo a publicação, o ex-presidente do clube e ex-aliado de Aidar, Juvenal Juvêncio, já foi informado sobre a renúncia.
Ao que tudo indica, a casa do mandatário são-paulino começou a desmoronar depois que um e-mail de seu ex-vice de futebol, Ataíde Gil Guerreiro, veio a público. No documento, Guerreiro acusa Aidar de desvios financeiros e lista uma série de atos do presidente em que poderia denunciar. Um deles, inclusive, tenciona uma comissão à empresa de Cinira Maturana, namorada de Aidar, quanto ao contrato assinado junto à Under Armour.
A própria filha do dirigente, Mariana Aidar, publicou em seu Twitter que conversou com o seu pai a respeito de uma possível renúncia, para entender o momento em que se encontra ele dentro do clube. Segundo aliados, Aidar deverá aceitar a renúncia para evitar enfrentar o desgaste de um processo de impeachment.
Em caso de renúncia, como parece iminente, o estatuto do clube do Morumbi aponta que Leco, presidente do Conselho Deliberativo, assumirá o posto temporariamente, tendo 30 dias para convocar nova eleição. É provável que o próprio Leco, se esse cenário se vier a se concretizar, seja o candidato da situação, que no momento está completamente rachada.
Ao que tudo indica, a casa do mandatário são-paulino começou a desmoronar depois que um e-mail de seu ex-vice de futebol, Ataíde Gil Guerreiro, veio a público. No documento, Guerreiro acusa Aidar de desvios financeiros e lista uma série de atos do presidente em que poderia denunciar. Um deles, inclusive, tenciona uma comissão à empresa de Cinira Maturana, namorada de Aidar, quanto ao contrato assinado junto à Under Armour.
A própria filha do dirigente, Mariana Aidar, publicou em seu Twitter que conversou com o seu pai a respeito de uma possível renúncia, para entender o momento em que se encontra ele dentro do clube. Segundo aliados, Aidar deverá aceitar a renúncia para evitar enfrentar o desgaste de um processo de impeachment.
Em caso de renúncia, como parece iminente, o estatuto do clube do Morumbi aponta que Leco, presidente do Conselho Deliberativo, assumirá o posto temporariamente, tendo 30 dias para convocar nova eleição. É provável que o próprio Leco, se esse cenário se vier a se concretizar, seja o candidato da situação, que no momento está completamente rachada.
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