Doriva faz mais do mesmo para ganhar; não tem nada a ver com Osorio
Fonte Blog do Vitor Birner
7 de Outubro de 2015
O treinador, ex-volante revelado no próprio São Paulo, dirigiu de maneira competente o Ituano e conseguiu reorganizar a Ponte Preta.
No Vasco, apesar do título estadual, não montou time consistente. O mesmo pode se dizer da pequena passagem no Atlético PR.
Doriva é um técnico promissor da nova geração, que tenta se firmar fazendo direito o óbvio do futebol atual.
Não olha o o esporte da maneira como Juan Carlos Osorio.
Tem ambições muito menores que as do colombiano quando pensa na proposta de jogo.
Ganhe ou perca a Copa do Brasil, consiga ou não a classificação para a Libertadores no torneio de pontos corridos, a escolha representa um retrocesso, a não ser que faça algo distinto do que mostrou nesses clubes.
O antecessor, um idealista, crê em imposição com posse de bola.
O sucessor, um pragmático, tem na marcação forte o pilar de tudo.
Ele precisa tirar proveito do legado deixado pelo novo funcionário da seleção do México.
Só falta o time que tem, hoje, sistema ofensivo de repertório amplo, com desenhos táticos que podem variar e confundir a marcação, ficar de novo dependente de cruzamentos na área, faltas e contra-ataques. como os outros que orientou.
Não deve, de maneira alguma, tropeçar na ideia de reinventar a forma de a agremiação atuar.
O presidente do clube faz uma aposta ao contratá-lo.
Talvez consiga resultados nesse ano, pois restam poucos jogos e o torneio de mata-mata aumenta a imprevisibilidade.
De qualquer maneira, é fácil para o cartola arriscar, pois não parece muito preocupado com o clube que se propôs a gerir.
No Vasco, apesar do título estadual, não montou time consistente. O mesmo pode se dizer da pequena passagem no Atlético PR.
Doriva é um técnico promissor da nova geração, que tenta se firmar fazendo direito o óbvio do futebol atual.
Não olha o o esporte da maneira como Juan Carlos Osorio.
Tem ambições muito menores que as do colombiano quando pensa na proposta de jogo.
Ganhe ou perca a Copa do Brasil, consiga ou não a classificação para a Libertadores no torneio de pontos corridos, a escolha representa um retrocesso, a não ser que faça algo distinto do que mostrou nesses clubes.
O antecessor, um idealista, crê em imposição com posse de bola.
O sucessor, um pragmático, tem na marcação forte o pilar de tudo.
Ele precisa tirar proveito do legado deixado pelo novo funcionário da seleção do México.
Só falta o time que tem, hoje, sistema ofensivo de repertório amplo, com desenhos táticos que podem variar e confundir a marcação, ficar de novo dependente de cruzamentos na área, faltas e contra-ataques. como os outros que orientou.
Não deve, de maneira alguma, tropeçar na ideia de reinventar a forma de a agremiação atuar.
O presidente do clube faz uma aposta ao contratá-lo.
Talvez consiga resultados nesse ano, pois restam poucos jogos e o torneio de mata-mata aumenta a imprevisibilidade.
De qualquer maneira, é fácil para o cartola arriscar, pois não parece muito preocupado com o clube que se propôs a gerir.
Avalie esta notícia:
68
73
VEJA TAMBÉM
- São Paulo x Vitória HOJE! Dorival prepara novidades com Djhordney, Gustavo Santana e Lucas- Dorival surpreende! Gustavo Santana e Djhordney ganham espaço no São Paulo contra o Vitória
- Ticketmaster paga nova bolada: veja onde o São Paulo pretende usar o dinheiro
- Cédric Soares cobra 7 milhões pra rescindir com o São Paulo
- VÍDEO: Lucas Moura pode voltar contra o Vitória? Dorival vive pressão no São Paulo!
