Artilheiro dentro de campo, Pato vem se tornando líder do SP fora dele
Fonte 90min
22 de Setembro de 2015
Definitivamente, 2015 tem sido um ano especial para Alexandre Pato. Depois de bater o recorde de gols numa só temporada em sua carreira (atualmente tem 22), o jogador vem sendo reconhecido dentro do elenco do São Paulo como um dos principais líderes. Os quase dois anos de Morumbi têm feito muito bem ao jogador.
O processo de amadurecimento de Pato vão além do fato de ter ostentado a braçadeira de capitão que chegou a vestir pela primeira vez em partida contra o Atlético-MG, por iniciativa de Rogério Ceni. O jogador tem protegido o grupo de jogadores. Antes avesso aos microfones, ele é hoje o atleta que participa com maior frequência das entrevistas coletivas no CT da Barra Funda e nos últimos meses tem se voluntariado para falar após resultados ruins.
A postura do jogador, mais comprometida e atenta ao que se passa dentro do clube e do time, fez bem inclusive a ele próprio. Em conversa com Osorio, ainda no primeiro mês de trabalho do colombiano, pediu para ser deslocado de posição e jogar mais numa faixa à esquerda, diferentemente de como vinha sendo antes, quando jogava centralizado. O futebol de Pato, dessa forma, cresceu, assim como o número de gols.
Hoje, Alexandre Pato não é apenas um jogador decisivo dentro de campo, para o Tricolor, mas também um componente fundamental do extra-campo são-paulino. Exerce liderança, mostra comprometimento ímpar e fala pelo coletivo com naturalidade. Uma trajetória que só o tempo foi capaz de modificar. E ele próprio, claro.
O processo de amadurecimento de Pato vão além do fato de ter ostentado a braçadeira de capitão que chegou a vestir pela primeira vez em partida contra o Atlético-MG, por iniciativa de Rogério Ceni. O jogador tem protegido o grupo de jogadores. Antes avesso aos microfones, ele é hoje o atleta que participa com maior frequência das entrevistas coletivas no CT da Barra Funda e nos últimos meses tem se voluntariado para falar após resultados ruins.
A postura do jogador, mais comprometida e atenta ao que se passa dentro do clube e do time, fez bem inclusive a ele próprio. Em conversa com Osorio, ainda no primeiro mês de trabalho do colombiano, pediu para ser deslocado de posição e jogar mais numa faixa à esquerda, diferentemente de como vinha sendo antes, quando jogava centralizado. O futebol de Pato, dessa forma, cresceu, assim como o número de gols.
Hoje, Alexandre Pato não é apenas um jogador decisivo dentro de campo, para o Tricolor, mas também um componente fundamental do extra-campo são-paulino. Exerce liderança, mostra comprometimento ímpar e fala pelo coletivo com naturalidade. Uma trajetória que só o tempo foi capaz de modificar. E ele próprio, claro.
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