Ex- diretor explica corte na base do São Paulo e revela novo teto salarial de R$ 10 mil
José Alexandre Medicis diz que nova política fez o número de jogadores em Cotia reduzir em quase 100 atletas
Fonte Esporte Interativo
14 de Setembro de 2015
José Alexandre Medicis foi diretor da base são-paulina entre novembro de 2014 e agosto de 2015. (Foto: saopaulofc.net)
A crise financeira vivida pelo São Paulo, que tem um total de dívidas de R$ 272 milhões, fez o clube negociar seis jogadores na última janela de transferências. Porém, o problema nos cofres não afetou apenas o futebol profissional, as categorias de base também sofreram cortes de gasto.
O ex-diretor da base do clube, José Alexandre Medicis, que deixou o cargo no final de agosto, afirmou, em entrevista ao “Blog do Jorge Nicola”, que a redução de gastos fez o número de atletas alojados em Cotia, que era de quase 240 reduzir drasticamente. “Hoje, são apenas 160 garotos alojados em Cotia. Todas as cinco categorias tinham mais do que 36 meninos. Agora, são no máximo 28”, comentou.
Outro aspecto que teve de ser alterado pelo delicado momento financeiro foi o pagamento dos jogadores da base. José Alexandre Medicis revelou que o clube diminuiu o teto salarial para os jovens atletas. “O São Paulo ‘caiu na real’ sobre salários e custos. Antes, tinha gente nos juniores ganhando salário de profissional. Agora, o teto é de R$ 10 mil e nenhum centavo a mais”.
A diminuição do teto salarial para as categorias de base gerou a saída de algumas promessas do Tricolor, como o volante Gustavo Hebling. Medicis, entretanto, ressalta que o clube conseguiu garantir a permanência de outras “joias”.
“O Joanderson chegou a sair também, mas voltou. E conseguimos renovar com o João Paulo, com o David Neres e com o Lucas Fernandes. Esses dois últimos têm tudo para fazer sucesso no time principal em breve”, finalizou o ex-dirigente do São Paulo.
A crise financeira vivida pelo São Paulo, que tem um total de dívidas de R$ 272 milhões, fez o clube negociar seis jogadores na última janela de transferências. Porém, o problema nos cofres não afetou apenas o futebol profissional, as categorias de base também sofreram cortes de gasto.
O ex-diretor da base do clube, José Alexandre Medicis, que deixou o cargo no final de agosto, afirmou, em entrevista ao “Blog do Jorge Nicola”, que a redução de gastos fez o número de atletas alojados em Cotia, que era de quase 240 reduzir drasticamente. “Hoje, são apenas 160 garotos alojados em Cotia. Todas as cinco categorias tinham mais do que 36 meninos. Agora, são no máximo 28”, comentou.
Outro aspecto que teve de ser alterado pelo delicado momento financeiro foi o pagamento dos jogadores da base. José Alexandre Medicis revelou que o clube diminuiu o teto salarial para os jovens atletas. “O São Paulo ‘caiu na real’ sobre salários e custos. Antes, tinha gente nos juniores ganhando salário de profissional. Agora, o teto é de R$ 10 mil e nenhum centavo a mais”.
A diminuição do teto salarial para as categorias de base gerou a saída de algumas promessas do Tricolor, como o volante Gustavo Hebling. Medicis, entretanto, ressalta que o clube conseguiu garantir a permanência de outras “joias”.
“O Joanderson chegou a sair também, mas voltou. E conseguimos renovar com o João Paulo, com o David Neres e com o Lucas Fernandes. Esses dois últimos têm tudo para fazer sucesso no time principal em breve”, finalizou o ex-dirigente do São Paulo.
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