Não por menos, aliás como quase todo palmeirense frustrado pela inferioridade histórica diante do São Paulo Futebol Clube, escreveu a bobagem abaixo:

Se já não bastasse vermos a decadência da ESPN, uma emissora esportiva que passou de referência à incompetência, agora correspondentes de outros temas desfilam o seu clubismo em assuntos delicados nos jornais de grande circulação, expondo sua jocosidade e ufanismo futebolístico.
Onde vamos parar? Por que raios é necessário que o jornalismo seja tão parcial?
Continuemos na ESPN, um canal fechado que estabeleceu como meta detonar o São Paulo de todos os lados diariamente. Há claramente um viés político na emissora, alinhada com a esquerda. Exaltam clubes apadrinhados pelo partido do governo atual e detonam os que sempre estiveram na contra mão cobrando isonomia.
Prosseguindo sobre a parcialidade, foi fácil observar o medo estampado nos jornalistas quando opinavam sobre os favorecimentos consecutivos que estão beneficiando somente um time e prejudicando exclusivamente outro clube na tabela de classificação do Brasileirão-2015.
Eles estão preocupados em não derrubar o interesse por futebol. É uma classe unida no papinho manjado do "erro e incompetência" quando falam da arbitragem. Defendem a credibilidade do futebol por motivos de sobrevivência profissional, pois algumas sujeiras graves desse esporte fariam audiências despencar.
Quando a coincidência de fatores é absurda, precisa haver denúncia e indignação. Se a maioria de jornalistas esportivos fossem jornalistas políticos, eles estariam dizendo que Brasília não é lugar de gente corrupta e sim de pessoas incapazes, errantes. Ou, sendo jornalistas policiais, diriam que a criminalidade é erro dos meliantes.
Wender Peixoto
Twitter: @peixotowender