São Paulo leva calote e decide acabar com time de futebol feminino
Fonte Blog do Jorge Nicola
19 de Agosto de 2015
Equipe havia sido montada em abril, depois de 15 anos de ausência (São Paulo/Divulgação)
O São Paulo decidiu fechar seu time de futebol feminino quatro meses após lançá-lo. As atletas, que estão a uma vitória da final do Campeonato Paulista, já foram avisadas.
A culpa, de acordo com o Tricolor, é da Capes, empresa que bancaria os custos. “Ela pagou o primeiro mês e, depois, largou. Aí, o São Paulo teve de assumir os salários”, diz Chapecó, diretor de esportes amadores do São Paulo. “Já pagamos três meses e iremos até o fim do Paulista. A partir daí, o time deixa de existir. Já abrimos mão até de jogar o Brasileiro.”
A folha do time é de R$ 120 mil por mês — o prejuízo já chegou a R$ 360 mil. “Agora, vamos cobrar na Justiça esse ressarcimento. Infelizmente, fomos enganados.”
O Tricolor ainda tinha duas outras parcerias com a empresa, nos times de vôlei e futsal, ambos masculinos. “Se não acharmos um parceiro, o vôlei também acabará”, explica Chapecó, revelando que os gastos com a equipe são de R$ 100 mil mensais. Já o futsal está garantido, pois a Capes era só mais uma das patrocinadoras.
Representante da Capes, Querubim admite as pendências, mas promete quitá-las. “Tivemos contratempos, mas vou dar um jeito de pagar tudo que devo ao São Paulo”, assegura.
Estelionato? Além de cobrar aproximadamente R$ 400 mil, o Tricolor exigirá da Capes reparação por danos morais e a acusará de estelionato: “Eles nos deram quatro cheques de uma conta encerrada”, acusa Chapecó, diretor de esportes amadores.
De acordo com Chapecó, Rogério Ceni também foi uma das vítimas da Capes. O goleiro são-paulino faria uma palestra para a empresa.
O São Paulo decidiu fechar seu time de futebol feminino quatro meses após lançá-lo. As atletas, que estão a uma vitória da final do Campeonato Paulista, já foram avisadas.
A culpa, de acordo com o Tricolor, é da Capes, empresa que bancaria os custos. “Ela pagou o primeiro mês e, depois, largou. Aí, o São Paulo teve de assumir os salários”, diz Chapecó, diretor de esportes amadores do São Paulo. “Já pagamos três meses e iremos até o fim do Paulista. A partir daí, o time deixa de existir. Já abrimos mão até de jogar o Brasileiro.”
A folha do time é de R$ 120 mil por mês — o prejuízo já chegou a R$ 360 mil. “Agora, vamos cobrar na Justiça esse ressarcimento. Infelizmente, fomos enganados.”
O Tricolor ainda tinha duas outras parcerias com a empresa, nos times de vôlei e futsal, ambos masculinos. “Se não acharmos um parceiro, o vôlei também acabará”, explica Chapecó, revelando que os gastos com a equipe são de R$ 100 mil mensais. Já o futsal está garantido, pois a Capes era só mais uma das patrocinadoras.
Representante da Capes, Querubim admite as pendências, mas promete quitá-las. “Tivemos contratempos, mas vou dar um jeito de pagar tudo que devo ao São Paulo”, assegura.
Estelionato? Além de cobrar aproximadamente R$ 400 mil, o Tricolor exigirá da Capes reparação por danos morais e a acusará de estelionato: “Eles nos deram quatro cheques de uma conta encerrada”, acusa Chapecó, diretor de esportes amadores.
De acordo com Chapecó, Rogério Ceni também foi uma das vítimas da Capes. O goleiro são-paulino faria uma palestra para a empresa.
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