São Paulo e Curitiba podem liberar venda de cerveja nos estádios
por Fábio Suzuki
Fonte LANCE!Net
12 de Agosto de 2015
Projetos de lei nas capitais brasileiras devem ser avaliados por seus respectivos vereadores ainda neste mês
Após Belo Horizonte ter liberado a venda de bebidas alcoólicas nos estádios, outras duas capitais do país terão projetos de leis semelhantes sendo votados nos próximos dias. A primeira é São Paulo, cujo texto está previsto para ser apreciado pelos parlamentares municipais entre hoje e amanhã. A outra capital é Curitiba, cujo projeto de lei deve ser votado na próxima semana. Ambos os textos propõem a venda de bebidas antes, durante e após as partidas, e não permitem o consumo nas arquibancadas.
Bom para todos
Segundo o vereador Toninho Paiva (PR), autor do projeto que libera bebidas alcoólicas em São Paulo, a venda será boa tanto para os torcedores como também para os organizadores. “Com as novas arenas, as pessoas têm ido mais cedo para os jogos mas ficam consumindo nos arredores até a hora da partida”, diz Paiva. Segundo ele, a discussão do texto em plenário nesta semana foi “de livre e espontânea vontade dos vereadores” que crêem que esse é o melhor momento para debater o projeto.
Após Belo Horizonte ter liberado a venda de bebidas alcoólicas nos estádios, outras duas capitais do país terão projetos de leis semelhantes sendo votados nos próximos dias. A primeira é São Paulo, cujo texto está previsto para ser apreciado pelos parlamentares municipais entre hoje e amanhã. A outra capital é Curitiba, cujo projeto de lei deve ser votado na próxima semana. Ambos os textos propõem a venda de bebidas antes, durante e após as partidas, e não permitem o consumo nas arquibancadas.
Bom para todos
Segundo o vereador Toninho Paiva (PR), autor do projeto que libera bebidas alcoólicas em São Paulo, a venda será boa tanto para os torcedores como também para os organizadores. “Com as novas arenas, as pessoas têm ido mais cedo para os jogos mas ficam consumindo nos arredores até a hora da partida”, diz Paiva. Segundo ele, a discussão do texto em plenário nesta semana foi “de livre e espontânea vontade dos vereadores” que crêem que esse é o melhor momento para debater o projeto.
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