Sem máster há um ano, São Paulo 'perde' patrocínio para CBF
Fonte ESPN
10 de Agosto de 2015
São Paulo está sem patrocinador máster
Em situação financeira complicada, chegando a ter atrasos de pagamentos de direitos de imagem para jogadores, o São Paulo enfrenta dificuldades para achar patrocinadores. Sem um máster desde agosto do ano passado, com ombros e mangas também sem nada, não há previsão de quando novos parceiros chegarão ao Morumbi.
Além da situação econômica do país, um outro obstáculo apareceu no meio do caminho: pelos menos duas empresas que negociavam com o time tricolor acabaram acertando com entidades do futebol, deixando de lado a possibilidade de se vinculares ao clube.
Um desses episódios aconteceu com a Semp Toshiba, que deixou o São Paulo no ano passado e negociava para voltar. Quando as conversas já estavam avançadas, a companhia mudou de ideia e optou por fechar contrato com a CBF, estampando seu nome nas camisas de árbitros - o acordo começou em maio deste ano e vai até 2017.
Em reunião com toda a diretoria, o Instituto Áquila, consultoria contrata por Carlos Miguel Aidar, informou que se o ritmo continuar o mesmo até o final do ano, o clube deve ter prejuízo de cerca de R$ 130 milhões.
Em situação financeira complicada, chegando a ter atrasos de pagamentos de direitos de imagem para jogadores, o São Paulo enfrenta dificuldades para achar patrocinadores. Sem um máster desde agosto do ano passado, com ombros e mangas também sem nada, não há previsão de quando novos parceiros chegarão ao Morumbi.
Além da situação econômica do país, um outro obstáculo apareceu no meio do caminho: pelos menos duas empresas que negociavam com o time tricolor acabaram acertando com entidades do futebol, deixando de lado a possibilidade de se vinculares ao clube.
Um desses episódios aconteceu com a Semp Toshiba, que deixou o São Paulo no ano passado e negociava para voltar. Quando as conversas já estavam avançadas, a companhia mudou de ideia e optou por fechar contrato com a CBF, estampando seu nome nas camisas de árbitros - o acordo começou em maio deste ano e vai até 2017.
Em reunião com toda a diretoria, o Instituto Áquila, consultoria contrata por Carlos Miguel Aidar, informou que se o ritmo continuar o mesmo até o final do ano, o clube deve ter prejuízo de cerca de R$ 130 milhões.
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