O Fabuloso de Osorio e agora do time
por Bruno Grossi
Fonte LANCE!Net
9 de Agosto de 2015
Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net
Nos últimos quatro anos, desde que voltou ao São Paulo, Luis Fabiano encarou (ou provocou) a convivência com rótulos. De ídolo artilheiro a bad boy odiado, o camisa 9 também foi tachado de individualista, pronto para reclamar de substituições, passes que não o encontraram ou de colegas fominhas para concluir os lances.
Desde a chegada de Juan Carlos Osorio, Fabuloso se mostrou completamente diferente, da postura tática ao comportamento pessoal. O problema é que a falta de gols trouxe desconfiança, intensificada com a novela mal-acabada sobre sua saída para o México.
Tanto na estreia de Osorio contra o Grêmio como na vitória sobre a Chapecoense, o que se viu foi um Luis Fabiano livre para flutuar à frente da área e pensar mais antes das infiltrações, tantas vezes seguidas por impedimentos. Neste domingo, contra o Corinthians, ele voltou a cumprir o papel. E foi além.
O Fabuloso de Osorio passou a ser também o Fabuloso do time. Que marca a saída de bola adversária, que ajuda Ganso a armar o jogo e que não é não previsível para os zagueiros adversários. Da referência fixa, facilmente desarmada, Luis virou problema pela facilidade em finalizar sem espaço.
As duas bolas na trave do primeiro tempo no Majestoso de ontem comprovam essa mudança: rapidez e explosão. E a postura mais contida a cada lance individualista de Ricardo Centurión, por exemplo, também merece destaque – apesar de poder ser vista como uma obrigação profissional.
E se cumpre as precisas orientações de Juan Carlos Osorio, se joga para o time, coletivamente, se faz a diferença com gols, Luis Fabiano traz para si e para o time o apoio da torcida. Assim, o São Paulo cresce e pode sonhar em ser mais regular neste Campeonato Brasileiro. Assim, talvez a sorte não seja tão cruel e acerte menos a trave.
Nos últimos quatro anos, desde que voltou ao São Paulo, Luis Fabiano encarou (ou provocou) a convivência com rótulos. De ídolo artilheiro a bad boy odiado, o camisa 9 também foi tachado de individualista, pronto para reclamar de substituições, passes que não o encontraram ou de colegas fominhas para concluir os lances.
Desde a chegada de Juan Carlos Osorio, Fabuloso se mostrou completamente diferente, da postura tática ao comportamento pessoal. O problema é que a falta de gols trouxe desconfiança, intensificada com a novela mal-acabada sobre sua saída para o México.
Tanto na estreia de Osorio contra o Grêmio como na vitória sobre a Chapecoense, o que se viu foi um Luis Fabiano livre para flutuar à frente da área e pensar mais antes das infiltrações, tantas vezes seguidas por impedimentos. Neste domingo, contra o Corinthians, ele voltou a cumprir o papel. E foi além.
O Fabuloso de Osorio passou a ser também o Fabuloso do time. Que marca a saída de bola adversária, que ajuda Ganso a armar o jogo e que não é não previsível para os zagueiros adversários. Da referência fixa, facilmente desarmada, Luis virou problema pela facilidade em finalizar sem espaço.
As duas bolas na trave do primeiro tempo no Majestoso de ontem comprovam essa mudança: rapidez e explosão. E a postura mais contida a cada lance individualista de Ricardo Centurión, por exemplo, também merece destaque – apesar de poder ser vista como uma obrigação profissional.
E se cumpre as precisas orientações de Juan Carlos Osorio, se joga para o time, coletivamente, se faz a diferença com gols, Luis Fabiano traz para si e para o time o apoio da torcida. Assim, o São Paulo cresce e pode sonhar em ser mais regular neste Campeonato Brasileiro. Assim, talvez a sorte não seja tão cruel e acerte menos a trave.
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