Foto: Rubens Chiri / saopaulofc.net
Michel Bastos talvez seja a personificação do momento de instabilidade do São Paulo na temporada. De operário eficiente no ataque estrelado de 2014 a pilar do combalido time de Muricy Ramalho em 2015, o camisa 7 se transformou do vinho para a água.
É raro vê-lo arrancando nos dias de hoje, a não ser que tenha o desejo atendido de atuar bem aberto pela ponta direita. Contra o Atlético-MG, deveria reforçar a marcação ao lado de Hudson como volante, mas nem sequer cobriu espaços.
Em uma noite em que os detalhes (graves) fizeram a diferença para o Galo, era necessário que o meia se sacrificasse um pouco mais na marcação. E não trata-se de exigir carrinhos e vibração, isso pertence à personalidade dos atletas. Trate-se de compromisso tático.
A zaga e os atacantes cometeram erros mais grosseiros e decisivos, mas a (falta de) postura de Michel foi tão determinante quanto para os 3 a 1.
Um Michel Bastos novo e em baixa
por Bruno Grossi
Fonte LANCE!Net
30 de Julho de 2015
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