Após três anos no Tricolor, Ganso já soma mais cartões que assistências
Desde que chegou ao Morumbi, em 2012, o meia foi advertido 37 vezes, enquanto no mesmo período, distribuiu 32 passes convertidos em gols
Fonte Fox Sports
29 de Julho de 2015
Neste ano, entre Campeonato Paulista, Copa Bridgestone Libertadores e Brasileirão, Ganso já levou 10 cartões - nove amarelos e um vermelho - em 29 partidas disputadas com a camisa do São Paulo (Getty)
Após sua melhor temporada com a camisa do São Paulo, em 2014, Paulo Henrique Ganso não tem tido vida fácil neste ano. Sem corresponder às expectativas, o meia conta com um destaque negativo que motiva ainda mais as cobranças da torcida. Ao longo de seus 160 jogos com a camisa tricolor, Ganso já levou mais cartões que deu passes para gols.
Desde que trocou a Vila Belmiro pelo Morumbi, em 2012, Ganso distribuiu 32 assistências e marcou 15 gols, enquanto isso, somou 37 cartões – 34 amarelos e 3 vermelhos. Os últimos três, inclusive, foram recebidos na partida diante do Sport, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro, quando o jogador foi expulso por reclamar com o árbitro, levando o segundo cartão amarelo e, consequentemente, o vermelho.
Comparado a Luís Fabiano, que recentemente atingiu a marca de Serginho Chulapa como o jogador com o maior número de cartões na história do clube, Ganso não se distancia tanto. O camisa 9 disputou 171 partidas desde que retornou ao São Paulo, em 2011, e soma 59 cartões – 52 amarelos e 7 vermelhos – neste período.
Em três anos e meio que vestiu a camisa do Peixe, o meia disputou 162 jogos, deu 36 assistências e marcou 36 gols. Ou seja, com aproximadamente o mesmo número de jogos, Ganso marcou mais que o dobro de gols em relação aos números pelo São Paulo.
Com os títulos de campeão da Copa Bridgestone Libertadores, do Campeonato Paulista e da Copa do Brasil pelo Santos, o meia foi contratado por quase R$ 24 milhões para ser o ‘maestro’ do Tricolor. De lá para cá, o jogador acabou não se firmando como a referência que o clube esperava, e se tornou um problema.
Após cumprir suspensão na última rodada, Ganso volta a ficar à disposição do técnico Juan Carlos Osorio para o jogo diante do Atlético-MG, em jogo antecipado da 16ª rodada do Brasileirão. O camisa 10 havia sido expulso na partida contra o Sport, na Arena Pernambuco, levando dois cartões amarelos e, consequentemente, o vermelho por reclamação com o árbitro.
Após sua melhor temporada com a camisa do São Paulo, em 2014, Paulo Henrique Ganso não tem tido vida fácil neste ano. Sem corresponder às expectativas, o meia conta com um destaque negativo que motiva ainda mais as cobranças da torcida. Ao longo de seus 160 jogos com a camisa tricolor, Ganso já levou mais cartões que deu passes para gols.
Desde que trocou a Vila Belmiro pelo Morumbi, em 2012, Ganso distribuiu 32 assistências e marcou 15 gols, enquanto isso, somou 37 cartões – 34 amarelos e 3 vermelhos. Os últimos três, inclusive, foram recebidos na partida diante do Sport, pela 14ª rodada do Campeonato Brasileiro, quando o jogador foi expulso por reclamar com o árbitro, levando o segundo cartão amarelo e, consequentemente, o vermelho.
Comparado a Luís Fabiano, que recentemente atingiu a marca de Serginho Chulapa como o jogador com o maior número de cartões na história do clube, Ganso não se distancia tanto. O camisa 9 disputou 171 partidas desde que retornou ao São Paulo, em 2011, e soma 59 cartões – 52 amarelos e 7 vermelhos – neste período.
Em três anos e meio que vestiu a camisa do Peixe, o meia disputou 162 jogos, deu 36 assistências e marcou 36 gols. Ou seja, com aproximadamente o mesmo número de jogos, Ganso marcou mais que o dobro de gols em relação aos números pelo São Paulo.
Com os títulos de campeão da Copa Bridgestone Libertadores, do Campeonato Paulista e da Copa do Brasil pelo Santos, o meia foi contratado por quase R$ 24 milhões para ser o ‘maestro’ do Tricolor. De lá para cá, o jogador acabou não se firmando como a referência que o clube esperava, e se tornou um problema.
Após cumprir suspensão na última rodada, Ganso volta a ficar à disposição do técnico Juan Carlos Osorio para o jogo diante do Atlético-MG, em jogo antecipado da 16ª rodada do Brasileirão. O camisa 10 havia sido expulso na partida contra o Sport, na Arena Pernambuco, levando dois cartões amarelos e, consequentemente, o vermelho por reclamação com o árbitro.
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