São Paulo terá de pagar comissão para intermediário em caso de título
Fonte ESPN
17 de Julho de 2015
Foto: Gazeta Press
Após toda a polêmica envolvendo o acordo entre Under Armour e São Paulo, uma cláusula do contrato promete gerar mais discussão, já que ela prevê comissão à empresa que intermediou o negócio até sobre os bônus que o clube receberia em caso de títulos e classificações para a Libertadores.
De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, a empresa Far East Global Holdings Limited, de Hong Kong - responsável pelo ‘meio de campo' nas tratativas do clube com a nova fornecedora de materiais esportivos -, teria direito a uma parte das premiações pelo bom desempenho dentro de campo.
Os 15% de comissão sobre valor total do patrocínio de aproximadamente R$ 122 milhões, englobam, segundo a cláusula terceira do documento, "verba de patrocínio, de marketing, bônus, royalties e prêmios, inclusive referentes ao material esportivo a ser fornecido, bem como todo e qualquer tipo de verba condicionada a desempenho esportivo e/ou comercial".
Desta forma, como adianta o jornal, o São Paulo terá de repassar mais do que os R$ 18 milhões previstos à empresa chinesa, caso recebe seus "extras". No entanto, a assessoria de imprensa do clube afirmou que não pretende pagar o valor e afirma que a cláusula é "interpretativa".
Após toda a polêmica envolvendo o acordo entre Under Armour e São Paulo, uma cláusula do contrato promete gerar mais discussão, já que ela prevê comissão à empresa que intermediou o negócio até sobre os bônus que o clube receberia em caso de títulos e classificações para a Libertadores.
De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, a empresa Far East Global Holdings Limited, de Hong Kong - responsável pelo ‘meio de campo' nas tratativas do clube com a nova fornecedora de materiais esportivos -, teria direito a uma parte das premiações pelo bom desempenho dentro de campo.
Os 15% de comissão sobre valor total do patrocínio de aproximadamente R$ 122 milhões, englobam, segundo a cláusula terceira do documento, "verba de patrocínio, de marketing, bônus, royalties e prêmios, inclusive referentes ao material esportivo a ser fornecido, bem como todo e qualquer tipo de verba condicionada a desempenho esportivo e/ou comercial".
Desta forma, como adianta o jornal, o São Paulo terá de repassar mais do que os R$ 18 milhões previstos à empresa chinesa, caso recebe seus "extras". No entanto, a assessoria de imprensa do clube afirmou que não pretende pagar o valor e afirma que a cláusula é "interpretativa".
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