Osorio dispensou intervenção da diretoria para tratar de rebeldia de Ganso
Técnico foi consultado pelo vice-presidente de futebol Ataíde Gil Guerreiro, mas disse que assunto poderia ser tratado por ele mesmo. Ele deve conversar com meia nesta quarta
Fonte LANCE!Net
15 de Julho de 2015
Ganso deixou o campo vaiado e irritado no domingo (Foto: Reginaldo Castro/AFP)
O técnico Juan Carlos Osorio chamou para si a responsabilidade sobre o ato de indisciplina do meia Paulo Henrique Ganso. O colombiano foi consultado pelo vice-presidente de futebol Ataíde Gil Guerreiro se era necessária alguma atitude da diretoria no caso, mas preferiu tratar ele mesmo.
– Conversei com o Osorio e ele disse que não teve nada demais. Que ele vai resolver tudo. O dia que tivermos um caso que precisar de intervenção da diretoria, eu farei, mas desta vez o Osorio disse que não precisa – disse Ataíde Gil Guerreiro, em entrevista ao LANCE!.
Osorio, por sua vez, disse que não levou a atitude para o lado pessoal, mas acredita que reações como a do camisa 10 não fazem bem para o coletivo. Ao ser substituído no segundo tempo contra o Coritiba, no último domingo, Ganso foi vaiado pela torcida, deixou o técnico no vácuo e chutou um copo d’água na saída do campo.
Osorio prometeu conversar com Ganso nesta quarta-feira, quando o elenco se reapresenta após folgar na segunda-feira e terça. Pelo discurso, ele tentará fazer com que o jogador entenda que o ato não ajuda o grupo.
– Estou tratando de ganhar a confiança de todos os meus atletas, quero que eles acreditem que eu sempre vou buscar o melhor para o time. Há um erro no futebol, especialmente na América do Sul, que é a torcida vaiar e o jogador reclamar de substituição. Michael Jordan foi subtituído várias vezes e nunca reclamou. Estou tranquilo, sei que não é nada pessoal, quero transmitir minha mensagem como ser humano para as outras pessoas. Espero que, em pouco tempo, meus atletas reconheçam que sou confiável e não tomo atitude para que a torcida critique – afirmou, ao FOX Sports rádio.
Vale lembrar que antes do epísódio com Ganso, o meia Michel Bastos já tinha proferido xingamentos ao ser substituído contra o Fluminense, no Morumbi. No mesmo dia, pelo Twitter, o argentino Centurión reclamou de ter entrado no fim do jogo, dizendo que não dava para fazer milagres.
O técnico Juan Carlos Osorio chamou para si a responsabilidade sobre o ato de indisciplina do meia Paulo Henrique Ganso. O colombiano foi consultado pelo vice-presidente de futebol Ataíde Gil Guerreiro se era necessária alguma atitude da diretoria no caso, mas preferiu tratar ele mesmo.
– Conversei com o Osorio e ele disse que não teve nada demais. Que ele vai resolver tudo. O dia que tivermos um caso que precisar de intervenção da diretoria, eu farei, mas desta vez o Osorio disse que não precisa – disse Ataíde Gil Guerreiro, em entrevista ao LANCE!.
Osorio, por sua vez, disse que não levou a atitude para o lado pessoal, mas acredita que reações como a do camisa 10 não fazem bem para o coletivo. Ao ser substituído no segundo tempo contra o Coritiba, no último domingo, Ganso foi vaiado pela torcida, deixou o técnico no vácuo e chutou um copo d’água na saída do campo.
Osorio prometeu conversar com Ganso nesta quarta-feira, quando o elenco se reapresenta após folgar na segunda-feira e terça. Pelo discurso, ele tentará fazer com que o jogador entenda que o ato não ajuda o grupo.
– Estou tratando de ganhar a confiança de todos os meus atletas, quero que eles acreditem que eu sempre vou buscar o melhor para o time. Há um erro no futebol, especialmente na América do Sul, que é a torcida vaiar e o jogador reclamar de substituição. Michael Jordan foi subtituído várias vezes e nunca reclamou. Estou tranquilo, sei que não é nada pessoal, quero transmitir minha mensagem como ser humano para as outras pessoas. Espero que, em pouco tempo, meus atletas reconheçam que sou confiável e não tomo atitude para que a torcida critique – afirmou, ao FOX Sports rádio.
Vale lembrar que antes do epísódio com Ganso, o meia Michel Bastos já tinha proferido xingamentos ao ser substituído contra o Fluminense, no Morumbi. No mesmo dia, pelo Twitter, o argentino Centurión reclamou de ter entrado no fim do jogo, dizendo que não dava para fazer milagres.
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