13h34 - Acaba a entrevista no CT da Barra Funda.
13h34 - Osorio sobre Centurion como titular: "Claro que sim. É um grande jogador".
13h33 - Osorio sobre Pato e Luis Fabiano juntos: "Eu gosto de jogar com atacantes de lado. E aqui há vários. Mas é claro que existe a possibilidade. Vamos treinar no campo".
13h33 - Osorio sobre o título: "Espero que a gente ganhe".
13h32 - Osorio fala sobre objetivo: "Ganhar o maior número de jogos possíveis".
13h31 - Perguntas de torcedores: Se já viu alguém jogar com alguém com a idade do Rogério Ceni: "Nesta posição, é difícil encontrar alguém com essa trajetória".
13h30 - Aidar fala sobre a possibilidade de emprestar Ganso ao Santos: "O presidente Modesto Roma me ligou na semana passada perguntando se eu o liberaria e eu disse na mesma hora que não".
13h29 - Osorio sobre outros estrangeiros que não deram certo: "Respeito os outros, mas, entendendo que se fosse fácil, não estaria aqui".
13h27 - Osorio sobre Ganso: "Conheço desde a Libertadores de 2011, quando estava no Once Caldas. Perdi lá e empatei aqui. Tem grande passe e muita técnica. Pode jogar à frente dos meio-campistas Denilson e Souza, mas as vezes pode jogar só com um cabeça de área e ele pela esquerda. Mas primeiro tenho que treinar. E aí, ele jogaria com três atletas à frente dele."
13h26 - Osorio a respeito da condição física: "O trabalho físico e a condição atlética se trabalham no ginásio e no campo, através de jogos táticos menores">
13h25 - Osorio fala sobre como recuperar a bola: "Marcar na frente nos permitiria trabalhar o jogo bem longe do nosso gol".
13h24 - Osorio é perguntado sobre se é possível impor seu esquema no meio do campeonato: "Claro que sim. Vamos trabalhar para isso. O São Paulo tem uma equipe que trabalha bem os passes e precisa recuperar bem a bola quando estiver sem ela".
13h23 - Osorio fala sobre o fato de ter sido recomendado por Kaká ao São Paulo: "Me deu muito orgulho. Uma das coisas mais reconfortantes é quando um colega ou um jogador fala bem de seu trabalho".
13h22 - Osorio fala sobre reforços e Teo Gutiérrez: "Primeiro quero conhecer o elenco do São Paulo. Preciso ver se há a necessidade em alguma posição. Aí, olharei no mercado brasileiro, darei três opções. Nunca participo das negociações. Me dedico unicamente à parte esportiva".
13h21 - Osorio responde sobre a foto em que ele aparece com a camisa do São Paulo: "Era em 1987, estava viajando com um amigo brasileiro e a coloquei".

13h20 - Osorio diz sobre as dificuldades financeiras do clube: "Tenho conhecimento da situação e sei que o clube vai solucioná-la. Mas o fator principal para o Brasil é que contamos com um grupo muito seleto de jogadores".
13h19 - Osorio comenta seu esquema tático preferido: "Quando jogava contra times brasileiros, colocava dois pontas para acompanhar os laterais. Agora, quando joga contra time com dois centroavantes, gosto de ter três zagueiros. Tenho muito em conta minha equipe e a do rival".
13h17 - Osorio fala de sua data de estreia: "Há uma grande possibilidade para sábado, contra o Grêmio. Estamos correndo atrás do visto de trabalho".
13h15 - Osorio responde sobre se o futebol brasileiro está atrasado: "Não creio que seja assim. Tanto que a seleção brasileira não perde partidas (com o Dunga). Não há nem a metade da diferença de gols entre Brasil e Alemanha. Mas, no contexto global, há vários bons treinadores e esquemas. Mas o jogo de futebol se pensa e se executa com a memória operativa, que se trabalha e treina todos os dias".
13h14 - Osorio é perguntado sobre os números: 0,91 gol contra de média e 1,5 gol a favor: "O mais difícil do futebol é anotar gols. A segunda coisa mais difícil é não levá-los. Pato, Bastos, Ganso, Wesley... eles são os primeiros defensores, quando perdermos a bola. Isso vai facilitar o resto. Defender-se bem é defender-se pouco".
13h12 - Osorio fala sobre a escalação de quarta: "Milton seguramente vai estar à frente do time na quarta-feira, porque ainda estou atrás do visto de trabalho. Darei minha opinião, mas ele que falará".

13h11 - Osorio sobre a derrota do Brasil por 7 a 1: "O emocional é o mais importante. E essa partida foi um jogo em que o Brasil tinha muitas coisas para se preocupar. No futebol, quando alguém dirigindo se dá conta que a partida não está a favor e o rival anota rapidamente os gols, é preciso tomar decisões. Foi uma surpresa grandíssima, mas estou seguro que não há seis gols de diferença entre Brasil e Alemanha. É um acidente do futebol. Não reflete a diferença. Se há um país boleiro, é o Brasil".
13h09 - Osorio fala sobre Muricy: "Homem do futebol, com quem admiro profundamente. Competi várias vezes contra ele. Há vários treinadores que são ex-jogadores profissionais no Brasil. Mas, obviamente, os que mais conheço são aqueles que trabalharam na seleção".
13h08 - Osorio é perguntado como conhece o São Paulo: "Conheço desde que joguei contra o São Paulo pela LDU. Depois, porque estávamos na Libertadores, assim como o São Paulo. Agora, à medida que o campeonato for correndo, vou conhecer mais. Vou me familiarizando agora com as outras equipes. Vou ver vídeos do Santos hoje e depois dos outros adversários. Os meios nos dão a possibilidade de ver muitos jogos."
13h07 - Osorio fala sobre Milton Cruz: "É uma pessoa que conhece muito sobre o elenco, está há bastante tempo no São Paulo e vai nos ajudar".
13h06 - Osorio é perguntado sobre sua comissão técnica: "Tenho um acordo com o presidente de trazer duas pessoas, mas primeiro quero conhecer as pessoas da comissão técnica do São Paulo".
13h05 - Osorio responde sobre o futuro de Rogério Ceni: "Trata-se de um ídolo, um grande goleiro. Vivi algo parecido no Manchester com Peter peter Schmeichel. Quero conversar com ele, olho no olho, para saber o que ele pensa".
13h02 - Osorio fala sobre as estrelas do elenco: "Vou tentar nunca me equivocar com as minhas escolhas, mas serei o mais justo possível. Dando chance aos jogadores mais jovens. Se não, eles nunca poderiam mostrar que podem e têm capacidade. Assim como o presidente e o São Paulo estão fazendo comigo".
12h59 - Osorio é questionado sobre sua opção de fazer rodízio de jogadores: "O rodízio não é um princípio de jogo, mas um princípio de vida. Não comparo jogadores por salário ou história. Isso é para ser respeitado, mas em um grupo de trabalho todos têm que ser igualmente importantes".
12h57 - Osorio é perguntado sobre como fazer um time ter coração: "Penso que isso se traduz em dividir cada bola. Esforçar-se pelo companheiro, se um companheiro erra, tem que ajudá-lo e depois confrontá-lo. E isso é facilmente perceptível. Mas a principal forma de medir isso é ver a intensidade do treinamento".
12h56 - Osorio admite ter tido várias propostas: "Já recusei inúmeras ofertas do futebol mexicano e de seleções sul-americanas. Não achava que era hora de sair. Mas, depois que o presidente conversou comigo e surgiu o interesse de um clube brasileiro, era impossível dizer que não. Quando comparei a proposta do São Paulo com outro clube, nem tanto pela parte econômica, mas pela grandeza deste clube, imediatamente consultei minha família e a decisão foi um contundente sim. Vou fazer até o impossível, dar tudo de mim, para dar certo".
12h55 - Osorio revela um problema particular: "Foi muito difícil partir. Por causa do apoio da torcida e por causa de um problema de saúde do meu pai, com quem sou muito próximo. Mas é o maior desafio da minha carreira".
12h54 - Osorio fala sobre seus métodos de trabalho: "Tentei sempre melhorar o centro de treinamento, valorizar os jogadores da base para vendê-los, trazendo dinheiro ao clube".
12h52 - Osorio é perguntado sobre como é trabalhar em um país que desconfia de técnicos estrangeiros: "O primeiro é aprender espanhol. Eu sempre acompanhei muito o Campeonato Brasileiro na Colômbia. Com trabalho, disciplina, respeito e com as mesmas características que me deram oportunidade de trabalhar no Manchester City e para as equipes colombianas, no México... Primeiro, jogador é ser humano. Independente de ser brasileiro, colombiano, africano. Primeiro, vem o respeito, a exigência, e valorizando o que podem oferecer".
12h51 - Sócio-torcedor pergunta qual o sentimento de Osorio em trabalhar no Brasil: "De responsabilidade e alegria. Primeiro, agradeço ao presidente e ao São Paulo pela oportunidade. Depois, à torcida. Darei tudo que está a meu alcance. Tomara que a gente ganhe várias partidas".
12h50 - Osorio se desculpa pela dificuldade com a língua: "Não tive tempo de me preparar para falar em português, mas farei aulas".
12h49 - Osorio começa a falar: "Estou muito feliz e orgulhoso de chegar ao São Paulo e ao futebol brasileiro. Penso que sempre senti que o futebol brasileiro é o melhor do mundo e o São Paulo é o maior. Então, é uma ótima oportunidade".
12h48 - Aidar confirma que Milton Cruz continuará com o elenco profissional, descartando a ideia de mandá-lo para o CT de Cotia. "O Milton ficará conosco para ajudar nesse processo de transição do Osorio."
12h47 - Aidar lembra que Osorio tem ótimo retrospecto contra o São Paulo: "Ele já nos venceu duas vezes."
12h46 - Aidar começa o discurso agradecendo a presença dos diretores e conselheiros e ressaltando o currículo de Osorio. "Também conheci a esposa e os filhos do Osorio, que estão bastante entusiasmados com o trabalho no São Paulo", disse.
12h44 - Antes de falar qualquer coisa, Osorio assiste no telão às homenagens feitas pelos torcedores do Atlético Nacional a ele.

O SPFC.Net acompanha direto do CT da Barra Funda a apresentação de Juan Carlos Osorio, que acaba de chegar à sala de coletiva.