OFF - Federações contestam retirada de nome de prédio e afastamento de Marin
Fonte Blog do Perrone
29 de Maio de 2015
A decisão da CBF de afastar provisoriamente José Maria Marin da vice-presidência da entidade e de retirar seu nome do prédio da confederação é contestada por cartolas das federações estaduais.
Eles argumentam que presidente e vices só podem ser afastados pela assembleia-geral que os elegeu, com participação de federações e clubes, ainda que a decisão seja temporária. Também afirmam que as homenagens concedidas pela assembleia, caso do batismo do prédio, só podem ser retiradas por ela.
Logo depois que Marin foi banido preventivamente pela Fifa após ser preso na Suíça, a CBF anunciou que ele estava afastado do cargo até a conclusão das investigações. E no dia seguinte retirou o letreiro com seu nome do prédio.
Parte dos cartolas das federações estaduais entende que Del Nero se precipitou nas medidas contra o vice a fim de dar uma resposta à opinião pública e de tentar se desvincular de seu principal aliado político até então. Eles querem que uma assembleia seja marcada para votarem os dois temas, mas até agora não houve pedido formal para isso.
Apesar de pregar transparência, a CBF não disponibiliza o estatuto em seu site. A versão de 2006, porém, diz que “compete exclusivamente” e em “escrutínio secreto” destituir presidente e vices. O texto não detalha casos de afastamento temporário como o de Marin.
O mesmo documento diz que compete apenas à assembleia conceder títulos e outras homenagens, como a que foi feita ao ex-presidente com seu nome dado ao prédio.
Após o afastamento de Marin pela CBF, Walter Feldman, secretário-geral da entidade, disse que a decisão foi apenas um reflexo da atitude da Fifa, que baniu e suspendeu preventivamente as atividades do cartola em níveis nacional e internacional. Assim, sua continuidade no cargo seria irregular. Nesta sexta, o blog não conseguiu falar com Feldman pelo telefone sobre a queixa de parte das federações.
Eles argumentam que presidente e vices só podem ser afastados pela assembleia-geral que os elegeu, com participação de federações e clubes, ainda que a decisão seja temporária. Também afirmam que as homenagens concedidas pela assembleia, caso do batismo do prédio, só podem ser retiradas por ela.
Logo depois que Marin foi banido preventivamente pela Fifa após ser preso na Suíça, a CBF anunciou que ele estava afastado do cargo até a conclusão das investigações. E no dia seguinte retirou o letreiro com seu nome do prédio.
Parte dos cartolas das federações estaduais entende que Del Nero se precipitou nas medidas contra o vice a fim de dar uma resposta à opinião pública e de tentar se desvincular de seu principal aliado político até então. Eles querem que uma assembleia seja marcada para votarem os dois temas, mas até agora não houve pedido formal para isso.
Apesar de pregar transparência, a CBF não disponibiliza o estatuto em seu site. A versão de 2006, porém, diz que “compete exclusivamente” e em “escrutínio secreto” destituir presidente e vices. O texto não detalha casos de afastamento temporário como o de Marin.
O mesmo documento diz que compete apenas à assembleia conceder títulos e outras homenagens, como a que foi feita ao ex-presidente com seu nome dado ao prédio.
Após o afastamento de Marin pela CBF, Walter Feldman, secretário-geral da entidade, disse que a decisão foi apenas um reflexo da atitude da Fifa, que baniu e suspendeu preventivamente as atividades do cartola em níveis nacional e internacional. Assim, sua continuidade no cargo seria irregular. Nesta sexta, o blog não conseguiu falar com Feldman pelo telefone sobre a queixa de parte das federações.
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