Santos paga dívida milionária de Muricy; Oswaldo e Enderson ainda cobram
Fonte Blog do Jorge Nicola
21 de Maio de 2015
Muricy ganhou quatro títulos pelo Santos de 2011 a 2013, incluindo uma Libertadores (Divulgação)
O Santos ficou R$ 1,3 milhão mais pobre na última semana. Explica-se: o clube quitou uma dívida de 2013 com o técnico Muricy Ramalho. O valor se refere ao não pagamento de direitos de imagem e verbas rescisórias, além de juros e correção monetária.
Muricy precisou recorrer à Justiça para receber. Após meses de tentativas de um acerto com o então presidente Odílio Rodrigues, o treinador acionou seu advogado, João Henrique Chiminazzo, que entrou com ação. Neste ano, saiu a sentença condenando o clube a pagar R$ 1.300.950,00. Como não cumpriu sua parte, o Peixe viu o CT Meninos da Vila, usado pelas categorias de base, ser penhorado.
Chiminazzo também conseguiu penhorar parte do prêmio do título do Paulistão pago pela Federação Paulista de Futebol, no total de R$ 3 milhões. Na sexta-feira passada, Muricy foi informado que o dinheiro, enfim, era seu. A federação fez duas transferências bancárias: a primeira de R$ 586.260,87 e a segunda de R$ 714.689,13.
O advogado chegou a imaginar que a federação havia descumprido a decisão judicial, porque o Santos assegurou a taça do Paulistão em 3 de maio e o dinheiro só foi aparecer quase duas semanas depois.
Na fila: Livre da pendência com Muricy, o Santos ainda tem mais dois treinadores na sua cola: Oswaldo de Oliveira e Enderson Moreira. E pelo mesmo motivo: falta de pagamento. A dívida com Oswaldo é maior, de aproximadamente R$ 1,5 milhão. Ele foi mandado embora no ano passado, quando ganhava R$ 400 mil mensais.
Enderson chegou para sucedê-lo e o argumento da diretoria para justificar a contratação foi de que receberia metade do salário do anterior, aliviando as contas do clube. Porém, Enderson acabou dispensado no último dia 5 de março, apesar de estar invicto no ano. O treinador tinha problemas de relacionamento com os líderes do elenco. Ele cobra cerca de R$ 900 mil.
O Santos ficou R$ 1,3 milhão mais pobre na última semana. Explica-se: o clube quitou uma dívida de 2013 com o técnico Muricy Ramalho. O valor se refere ao não pagamento de direitos de imagem e verbas rescisórias, além de juros e correção monetária.
Muricy precisou recorrer à Justiça para receber. Após meses de tentativas de um acerto com o então presidente Odílio Rodrigues, o treinador acionou seu advogado, João Henrique Chiminazzo, que entrou com ação. Neste ano, saiu a sentença condenando o clube a pagar R$ 1.300.950,00. Como não cumpriu sua parte, o Peixe viu o CT Meninos da Vila, usado pelas categorias de base, ser penhorado.
Chiminazzo também conseguiu penhorar parte do prêmio do título do Paulistão pago pela Federação Paulista de Futebol, no total de R$ 3 milhões. Na sexta-feira passada, Muricy foi informado que o dinheiro, enfim, era seu. A federação fez duas transferências bancárias: a primeira de R$ 586.260,87 e a segunda de R$ 714.689,13.
O advogado chegou a imaginar que a federação havia descumprido a decisão judicial, porque o Santos assegurou a taça do Paulistão em 3 de maio e o dinheiro só foi aparecer quase duas semanas depois.
Na fila: Livre da pendência com Muricy, o Santos ainda tem mais dois treinadores na sua cola: Oswaldo de Oliveira e Enderson Moreira. E pelo mesmo motivo: falta de pagamento. A dívida com Oswaldo é maior, de aproximadamente R$ 1,5 milhão. Ele foi mandado embora no ano passado, quando ganhava R$ 400 mil mensais.
Enderson chegou para sucedê-lo e o argumento da diretoria para justificar a contratação foi de que receberia metade do salário do anterior, aliviando as contas do clube. Porém, Enderson acabou dispensado no último dia 5 de março, apesar de estar invicto no ano. O treinador tinha problemas de relacionamento com os líderes do elenco. Ele cobra cerca de R$ 900 mil.
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