Michel abre portas para estrangeiro, mas lembra: 'Milton é nosso treinador'
Meia acredita que o São Paulo não deve temer a contratação de um técnico do exterior devido ao fracasso do argentino Ricardo Gareca no Palmeiras no ano passado
Fonte LANCE!Net
20 de Maio de 2015
Michel não vê problemas em ter um técnico estrangeiro
Nesta quarta-feira, a procura do São Paulo por um técnico voltou à tona com o interesse do clube em ter o colombiano Juan Carlos Osorio, do Atlético Nacional (COL). Naturalmente, o assunto foi levado à entrevista coletiva de Michel Bastos no CT da Barra Funda e o meia abriu as portas, mesmo que com ressalvas, para a chegada de um treinador estrangeiro.
- Se vem para ajudar, acrescentar, independentemente se é estrangeiro ou não, tudo bem. Se é competente, de bom nível, a nacionalidade não importa. O que importa é ser competente e ajudar o time onde for trabalhar. A gente não pode se basear no que deu errado no Palmeiras, por exemplo. Não é por isso que vai dar errado no Corinthians, São Paulo, Flamengo. Não sou contra - opinou.
"O que deu errado no Palmeiras" é a passagem frustrada do argentino Ricardo Gareca pelo clube alviverde na metade do ano passado. O ex-comandante do Vélez Sarsfield (ARG) não conseguiu se adaptar ao futebol brasileiro e foi demitido após apenas quatro meses. Esse histórico, inclusive, fez com que dirigentes do Tricolor fossem contrários às investidas a Alejandro Sabella, argentino procurado logo depois da saída de Muricy Ramalho.
Embora acredite que Osorio ou outro estrageiro possam apresentar bons trabalhos no São Paulo, Michel Bastos assegura que o elenco não está sentindo a falta de o técnico de fato no dia a dia. Segundo o camisa 7, a rotina de treinos e os resultados de Milton Cruz o credenciam a ser o treinador efetivo do Tricolor, pensamento que condiz com o discurso do presidente Carlos Miguel Aidar.
- No momento, temos um treinador. Temos bastante confiança nele, o que é o mais importante. Para o nosso presidente, ele é nosso treinador. Se vier me perguntar se o Milton é interino ou treinador, vou falar que, para mim, é nosso treinador. Eu e os outros jogadores! Isso não pode ser um problema, até pelo fato de o grupo aceitar o Milton, acolhê-lo como treinador. Não é o problema dentro do grupo - ressaltou.
Nesta quarta-feira, a procura do São Paulo por um técnico voltou à tona com o interesse do clube em ter o colombiano Juan Carlos Osorio, do Atlético Nacional (COL). Naturalmente, o assunto foi levado à entrevista coletiva de Michel Bastos no CT da Barra Funda e o meia abriu as portas, mesmo que com ressalvas, para a chegada de um treinador estrangeiro.
- Se vem para ajudar, acrescentar, independentemente se é estrangeiro ou não, tudo bem. Se é competente, de bom nível, a nacionalidade não importa. O que importa é ser competente e ajudar o time onde for trabalhar. A gente não pode se basear no que deu errado no Palmeiras, por exemplo. Não é por isso que vai dar errado no Corinthians, São Paulo, Flamengo. Não sou contra - opinou.
"O que deu errado no Palmeiras" é a passagem frustrada do argentino Ricardo Gareca pelo clube alviverde na metade do ano passado. O ex-comandante do Vélez Sarsfield (ARG) não conseguiu se adaptar ao futebol brasileiro e foi demitido após apenas quatro meses. Esse histórico, inclusive, fez com que dirigentes do Tricolor fossem contrários às investidas a Alejandro Sabella, argentino procurado logo depois da saída de Muricy Ramalho.
Embora acredite que Osorio ou outro estrageiro possam apresentar bons trabalhos no São Paulo, Michel Bastos assegura que o elenco não está sentindo a falta de o técnico de fato no dia a dia. Segundo o camisa 7, a rotina de treinos e os resultados de Milton Cruz o credenciam a ser o treinador efetivo do Tricolor, pensamento que condiz com o discurso do presidente Carlos Miguel Aidar.
- No momento, temos um treinador. Temos bastante confiança nele, o que é o mais importante. Para o nosso presidente, ele é nosso treinador. Se vier me perguntar se o Milton é interino ou treinador, vou falar que, para mim, é nosso treinador. Eu e os outros jogadores! Isso não pode ser um problema, até pelo fato de o grupo aceitar o Milton, acolhê-lo como treinador. Não é o problema dentro do grupo - ressaltou.
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