Vice defende comissão de R$ 18 milhões e diz que gestão Aidar é mais transparente; presidente se cala
Fonte ESPN
20 de Maio de 2015
Foto: Gazeta Press
O vice-presidente de Comunicação e Marketing do São Paulo, Douglas Schwartzmann, defendeu a comissão de R$ 18 milhões acertada com um intermediário da negociação com a Under Armour. A oposição questiona a forma como o acordo foi feito e vai sugerir a abertura de uma investigação sobre o caso na reunião do Conselho desta noite.
Segundo o dirigente, o agente, de nome Jack, um americano, foi quem prospectou a relação com a fornecedora de material esportivo e, por isso, mereceu a participação.
"O Julio [Casares, vice-presidente] por intermédio desse agente. Não há nada de anormal. A comissão em negócio comercial é normal. Foi 15%. Será pago ao longo do contrato. Na publicidade há comissões até maiores. Isso é normal no futebol", disse Douglas.
O cartola ainda defendeu a atual gestão, de Carlos Miguel Aidar, por ter mostrado o contrato aos conselheiros, um feito inédito, segundo ele mesmo.
"Falta de transparência não é verdade. O contrato está no Conselho, o que não era hábito antes. A Penalty era uma empresa brasileira e recebia comissão, tinha passado pelo São Paulo, não precisava de ninguém com intermediação, e o contrato não veio para o Conselho. Falta de transparência não é conosco, não. Muito pelo contrário. É a primeira vez que um presidente manda o contrato antes. Está à disposição de qualquer conselheiro", completou.
Carlos Miguel Aidar, que também estava no Morumbi nesta tarde para uma apresentação de uma edição limitada de vinhos especial do clube, não quis falar com a imprensa.
O vice-presidente de Comunicação e Marketing do São Paulo, Douglas Schwartzmann, defendeu a comissão de R$ 18 milhões acertada com um intermediário da negociação com a Under Armour. A oposição questiona a forma como o acordo foi feito e vai sugerir a abertura de uma investigação sobre o caso na reunião do Conselho desta noite.
Segundo o dirigente, o agente, de nome Jack, um americano, foi quem prospectou a relação com a fornecedora de material esportivo e, por isso, mereceu a participação.
"O Julio [Casares, vice-presidente] por intermédio desse agente. Não há nada de anormal. A comissão em negócio comercial é normal. Foi 15%. Será pago ao longo do contrato. Na publicidade há comissões até maiores. Isso é normal no futebol", disse Douglas.
O cartola ainda defendeu a atual gestão, de Carlos Miguel Aidar, por ter mostrado o contrato aos conselheiros, um feito inédito, segundo ele mesmo.
"Falta de transparência não é verdade. O contrato está no Conselho, o que não era hábito antes. A Penalty era uma empresa brasileira e recebia comissão, tinha passado pelo São Paulo, não precisava de ninguém com intermediação, e o contrato não veio para o Conselho. Falta de transparência não é conosco, não. Muito pelo contrário. É a primeira vez que um presidente manda o contrato antes. Está à disposição de qualquer conselheiro", completou.
Carlos Miguel Aidar, que também estava no Morumbi nesta tarde para uma apresentação de uma edição limitada de vinhos especial do clube, não quis falar com a imprensa.
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