Chance de renovar congela ideias para Ceni: relógio é uma delas
Fonte Gazeta Esportiva
20 de Maio de 2015
Em 2014, departamento de marketing chegou a cravar o último clássico no Morumbi
São mínimas, mas novamente há chances de Rogério Ceni estender seu contrato no São Paulo. Até dezembro, mais precisamente. A diretoria de marketing soube disso no início desta semana e passou a tratar com mais cautela a despedida do ídolo.
Já sem a certeza de que ele irá realmente parar em 6 de agosto, ao término do contrato vigente, tornou-se prudente esperar um pouco mais para dar o passo final nos projetos idealizados. As reuniões retomadas também não se darão com a mesma pressa de quinta-feira passada, dia seguinte à eliminação na Copa Libertadores.
A prudência não é ao acaso. No ano passado, em meio à mesma dúvida, o São Paulo, além de de definir data para uma grandiosa partida festiva, explorou publicamente o provável adeus. O site do clube publicou textos diários (retrospectos, recordes, premiações, curiosidades e entrevistas) e fez dois anúncios definitivos: o último clássico de Ceni no Morumbi e a camisa em pré-venda como a última de sua carreira. Ações à toa.
As novas pessoas do marketing não querem repetir o erro dos antecessores. Isso não significa, no entanto, que não seja necessário ter ideias engatilhadas. Uma delas, segundo apurou a reportagem, é o lançamento de uma edição limitada de relógios. A quantidade de unidades à venda seria a mesmo de jogos do goleiro. Se ele atuar só nas 14 partidas restantes até agosto, seriam 1225 relógios (cada um deles numerado), portanto.
Sete dessas partidas são no Morumbi, inclusive a de sábado, contra o Joinville. De início, outro plano era aproveitar a aproximação da aposentadoria de Ceni para campanhas que atraíssem torcida ao estádio, já que o público teoricamente seria menor pela fase do time, eliminado das duas primeiras competições da temporada. A chance de renovação até dezembro, porém, deixou a diretoria receosa.
"Depende só do São Paulo", revelou o pai do goleiro, Eurydes Ceni, em entrevista à Rádio Globo, na terça-feira. "Ele não vai pedir para prorrogar".
Independentemente de um sinal do departamento de futebol, é possível que um dos membros do marketing são-paulino vá ao CT da Barra Funda nesta quarta-feira para conversar pessoalmente com o jogador. "É preciso parar com isso, definir logo de uma vez", disse uma fonte ouvida pela reportagem.
São mínimas, mas novamente há chances de Rogério Ceni estender seu contrato no São Paulo. Até dezembro, mais precisamente. A diretoria de marketing soube disso no início desta semana e passou a tratar com mais cautela a despedida do ídolo.
Já sem a certeza de que ele irá realmente parar em 6 de agosto, ao término do contrato vigente, tornou-se prudente esperar um pouco mais para dar o passo final nos projetos idealizados. As reuniões retomadas também não se darão com a mesma pressa de quinta-feira passada, dia seguinte à eliminação na Copa Libertadores.
A prudência não é ao acaso. No ano passado, em meio à mesma dúvida, o São Paulo, além de de definir data para uma grandiosa partida festiva, explorou publicamente o provável adeus. O site do clube publicou textos diários (retrospectos, recordes, premiações, curiosidades e entrevistas) e fez dois anúncios definitivos: o último clássico de Ceni no Morumbi e a camisa em pré-venda como a última de sua carreira. Ações à toa.
As novas pessoas do marketing não querem repetir o erro dos antecessores. Isso não significa, no entanto, que não seja necessário ter ideias engatilhadas. Uma delas, segundo apurou a reportagem, é o lançamento de uma edição limitada de relógios. A quantidade de unidades à venda seria a mesmo de jogos do goleiro. Se ele atuar só nas 14 partidas restantes até agosto, seriam 1225 relógios (cada um deles numerado), portanto.
Sete dessas partidas são no Morumbi, inclusive a de sábado, contra o Joinville. De início, outro plano era aproveitar a aproximação da aposentadoria de Ceni para campanhas que atraíssem torcida ao estádio, já que o público teoricamente seria menor pela fase do time, eliminado das duas primeiras competições da temporada. A chance de renovação até dezembro, porém, deixou a diretoria receosa.
"Depende só do São Paulo", revelou o pai do goleiro, Eurydes Ceni, em entrevista à Rádio Globo, na terça-feira. "Ele não vai pedir para prorrogar".
Independentemente de um sinal do departamento de futebol, é possível que um dos membros do marketing são-paulino vá ao CT da Barra Funda nesta quarta-feira para conversar pessoalmente com o jogador. "É preciso parar com isso, definir logo de uma vez", disse uma fonte ouvida pela reportagem.
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