Por credibilidade e economia, Brasileirão deverá ter árbitros "da casa" nos jogos
por Alexandre Lozetti
Fonte Bastidores FC
18 de Maio de 2015
A tendência de escalar árbitros dos mesmos estados dos clubes mandantes em partidas do Campeonato Brasileiro passa pela tentativa da CBF de elevar a credibilidade dos juízes e também pela economia. Em fase de grave crise financeira, os gastos com transporte e hospedagem da arbitragem são consideráveis. A súmula de Joinville x Palmeiras, por exemplo, aponta despesa de R$ 2.695,00, agravada pelo fato de o jogo ter sido disputado com portões fechados. Ou seja, sem receita de bilheteria para o clube catarinense.
Na outra partida sem torcedores (Ponte Preta x São Paulo), por se tratar de um duelo entre times do mesmo estado, não se gastou nem um centavo com a arbitragem liderada pelo paulista Raphael Claus.
É muito provável que, nas próximas rodadas, os árbitros escalados passem a ser do estado dos clubes mandantes. Uma mudança radical. Até então, os profissionais eram sempre de locais neutros.
Segundo o secretário-geral da CBF, Walter Feldman, trata-se de uma nacionalização dos árbitros e de uma missão de acabar com as suspeitas em cima deles, uma meta da gestão do presidente Marco Polo Del Nero, que assumiu o cargo no mês passado.
Na outra partida sem torcedores (Ponte Preta x São Paulo), por se tratar de um duelo entre times do mesmo estado, não se gastou nem um centavo com a arbitragem liderada pelo paulista Raphael Claus.
É muito provável que, nas próximas rodadas, os árbitros escalados passem a ser do estado dos clubes mandantes. Uma mudança radical. Até então, os profissionais eram sempre de locais neutros.
Segundo o secretário-geral da CBF, Walter Feldman, trata-se de uma nacionalização dos árbitros e de uma missão de acabar com as suspeitas em cima deles, uma meta da gestão do presidente Marco Polo Del Nero, que assumiu o cargo no mês passado.
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