A saída de Muricy Ramalho: seja defensor ou crítico do técnico, todos entendem que a troca de comando fez bem ao São Paulo. Ideias novas foram permitidas no dia a dia e os resultados passaram a aparecer.
As boas impressões iniciais após a saída do treinador, no entanto, não significam que o processo seja fácil. Desvincular um ídolo tão próximo de suas rotinas dentro do clube é doloroso e uma tarefa que precisa ser cumprida por etapas.
No caso de Muricy, os métodos para que o rompimento acontecesse foram questionáveis, bem verdade. E a prática parece ser a mesma com Luis Fabiano. O centroavante viu as chances de renovar com o Tricolor serem minadas a cada declaração de Carlos Miguel Aidar.
Com Rogério Ceni não há necessidade de um plano semelhante. Mas os efeitos da separação devem ser os mais perigosos de todos. O time ficará sem um líder e a pressão sobre os substitutos será muito maior do que sobre Alan Kardec ou o próximo treinador, por exemplo.
Saber mudar é desafio, mas já deu resultado
por Bruno Grossi
Fonte LANCE!Net
15 de Maio de 2015
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