São Paulo de Milton já tem cara e atitude
Por Gabriel Carneiro
Fonte LANCE!Net
10 de Maio de 2015
Foto: Rubens Chiri/saopaulofc.net
Que Ganso é talentoso, Boschilia é um jovem promissor, Wesley é técnico e Luis Fabiano é letal já está todo mundo cansado de saber. Mas é enorme a distância entre um monte de bons nomes e um bom time de futebol. Em nítida evolução sob o comando de Milton Cruz, o São Paulo está encurtando cada vez mais essa rota.
O domínio neste domingo, diante do Flamengo, mesmo com time misto, foi nítido. Não havia Bruno, Toloi, Centurión ou Michel Bastos – Pato e Ganso, além disso, começaram no banco. Mas desde o início foi o Tricolor quem mostrou personalidade para ter a bola no pé, tabelar com qualidade e se aproximar da meta de Paulo Victor com chances de marcar. No fim, a demora para marcar pode ter incomodado, mas é bom notar que o time jogou bola sempre para vencer.
O 4-1-4-1 variou durante o jogo, mas sempre com um meia mais encostado em Luis Fabiano. Primeiro Boschilia, depois Ganso, o que aumentou o volume de jogo ofensivo do Tricolor. Não só pela presença de Ganso no meio, mas pela liberdade de Boschilia para atuar pela esquerda. O garoto, aliás, não foi o único que mostrou personalidade neste time de Milton Cruz. Assim também foram Rodrigo Caio, Lucão, Reinaldo e até Paulo Miranda.
Faltava ao São Paulo um pouco mais da presença de suas referências. Faltava mais Luis Fabiano e mais Ganso, em resumo. Ainda está faltando Dória, tão ambicionado no início do ano, mostrar a que veio e não deixar Rogério Ceni vendido como no lance do “quase golaço” de Canteros. Mas o Tricolor, quando Pato entrou na vaga de Boschilia, ganhou mais atitude, mais presença no ataque. Era o que faltava! Na jogadinha de Pato e Wesley, a sobra para o matador. Depois, passe de Ganso e belo gol de Pato, que entrou bem. Bom futebol, sem deixar dúvidas.
Sem desespero na hora de se proteger (apesar das falhas de Dória) e com muito talento quando se aproxima da meta rival, o São Paulo já é um time com personalidade definida. E quando aparece a atitude para resolver os jogos, o time cresce ainda mais. O São Paulo de Milton é outro.
Que Ganso é talentoso, Boschilia é um jovem promissor, Wesley é técnico e Luis Fabiano é letal já está todo mundo cansado de saber. Mas é enorme a distância entre um monte de bons nomes e um bom time de futebol. Em nítida evolução sob o comando de Milton Cruz, o São Paulo está encurtando cada vez mais essa rota.
O domínio neste domingo, diante do Flamengo, mesmo com time misto, foi nítido. Não havia Bruno, Toloi, Centurión ou Michel Bastos – Pato e Ganso, além disso, começaram no banco. Mas desde o início foi o Tricolor quem mostrou personalidade para ter a bola no pé, tabelar com qualidade e se aproximar da meta de Paulo Victor com chances de marcar. No fim, a demora para marcar pode ter incomodado, mas é bom notar que o time jogou bola sempre para vencer.
O 4-1-4-1 variou durante o jogo, mas sempre com um meia mais encostado em Luis Fabiano. Primeiro Boschilia, depois Ganso, o que aumentou o volume de jogo ofensivo do Tricolor. Não só pela presença de Ganso no meio, mas pela liberdade de Boschilia para atuar pela esquerda. O garoto, aliás, não foi o único que mostrou personalidade neste time de Milton Cruz. Assim também foram Rodrigo Caio, Lucão, Reinaldo e até Paulo Miranda.
Faltava ao São Paulo um pouco mais da presença de suas referências. Faltava mais Luis Fabiano e mais Ganso, em resumo. Ainda está faltando Dória, tão ambicionado no início do ano, mostrar a que veio e não deixar Rogério Ceni vendido como no lance do “quase golaço” de Canteros. Mas o Tricolor, quando Pato entrou na vaga de Boschilia, ganhou mais atitude, mais presença no ataque. Era o que faltava! Na jogadinha de Pato e Wesley, a sobra para o matador. Depois, passe de Ganso e belo gol de Pato, que entrou bem. Bom futebol, sem deixar dúvidas.
Sem desespero na hora de se proteger (apesar das falhas de Dória) e com muito talento quando se aproxima da meta rival, o São Paulo já é um time com personalidade definida. E quando aparece a atitude para resolver os jogos, o time cresce ainda mais. O São Paulo de Milton é outro.
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