Gols contra o Audax não fazem Pato merecer vaga de titular, afirma Edinho
Comentarista afirma que, no estadual, o atacante e o São Paulo encontram menos dificuldade que na Libertadores. Por isso, boa atuação neste sábado "não conta"
Fonte SPORTV
22 de Fevereiro de 2015
Alexandre Pato comemora um de seus gols contra o Audax (Foto: Marcos Ribolli)
Os dois gols neste sábado, contra o Audax, ainda não são suficientes para Alexandre Pato ser titular do São Paulo no duelo de quarta-feira, contra o Danubio, pela Libertadores. A opinião é do comentarista Edinho. Durante o "Troca de Passes", o ex-jogador afirmou que a diferença de competitividade entre o Campeonato Paulista e o torneio estadual é muito grande. Por isso, a boa atuação do jogador pouco conta.
- São duas competiões diferentes. O nosso campeonato interno é muito mais fácil. Os jogadores conseguem não correr e jogar, principalmente em casa. Na Libertadores, os nossos vizinhos são muito mais competitivos, e o Corinthians está jogando dessa maneira, não está dando nenhum espaço. Então você encontra dificuldade, como o São Paulo encontrou. É muito fácil jogar o futebol brasileiro, o Campeonato Paulista. O importante é ter uma equipe organizada, compacta, e o São Paulo não tem - afirmou o comentarista.
Os outros dois gols do São Paulo na partida foram de Michel Bastos, que desta vez atuou no meio de campo. Para Roger Flores, o jogador se destaca mais nesta função e, por isso, o técnico Muricy Ramalho errou ao colocá-lo na lateral esquerda, na derrota por 2 a 0 para o Corinthians.
- Michel Bastos fez a diferença. É muito talentoso, tem explosão, sabe finalizar de média distância, enxerga o jogo, tem bom passe. Mostrou para o Muricy que foi um equívoco ele ser escalado na lateral esquerda contra o Corinthians, na quarta-feira passada. A participação dele é muito maior (no meio de campo), o espaço que ele utiliza no campo é muito maior. Quando você dá espaço, a possibilidade de flutuar na frente dos volantes, o talento dele sobressai.
Roger afirmou ainda que, com Michel Bastos no meio, o São Paulo não sentiu a ausência de Paulo Henrique Ganso, que pediu para não atuar contra o Audax.
- O Ganso, apesar de ser muito talentoso, é mais fácil de se marcar que o Michel Bastos. O Michel não tem os lampejos de craque do Ganso, não enxerga um lance decisivo como o Ganso, mas a participação dele é muito maior. Ele tem o drible, tem a força de explodir e deixar o adversário para trás. O Ganso não tem isso. Se você colocar um marcador no Ganso o tempo todo, dificilmente ele vai conseguir. O Michel tem a possibilidade de receber a bola marcado e ganhar na força, na velocidade.
Os dois gols neste sábado, contra o Audax, ainda não são suficientes para Alexandre Pato ser titular do São Paulo no duelo de quarta-feira, contra o Danubio, pela Libertadores. A opinião é do comentarista Edinho. Durante o "Troca de Passes", o ex-jogador afirmou que a diferença de competitividade entre o Campeonato Paulista e o torneio estadual é muito grande. Por isso, a boa atuação do jogador pouco conta.
- São duas competiões diferentes. O nosso campeonato interno é muito mais fácil. Os jogadores conseguem não correr e jogar, principalmente em casa. Na Libertadores, os nossos vizinhos são muito mais competitivos, e o Corinthians está jogando dessa maneira, não está dando nenhum espaço. Então você encontra dificuldade, como o São Paulo encontrou. É muito fácil jogar o futebol brasileiro, o Campeonato Paulista. O importante é ter uma equipe organizada, compacta, e o São Paulo não tem - afirmou o comentarista.
Os outros dois gols do São Paulo na partida foram de Michel Bastos, que desta vez atuou no meio de campo. Para Roger Flores, o jogador se destaca mais nesta função e, por isso, o técnico Muricy Ramalho errou ao colocá-lo na lateral esquerda, na derrota por 2 a 0 para o Corinthians.
- Michel Bastos fez a diferença. É muito talentoso, tem explosão, sabe finalizar de média distância, enxerga o jogo, tem bom passe. Mostrou para o Muricy que foi um equívoco ele ser escalado na lateral esquerda contra o Corinthians, na quarta-feira passada. A participação dele é muito maior (no meio de campo), o espaço que ele utiliza no campo é muito maior. Quando você dá espaço, a possibilidade de flutuar na frente dos volantes, o talento dele sobressai.
Roger afirmou ainda que, com Michel Bastos no meio, o São Paulo não sentiu a ausência de Paulo Henrique Ganso, que pediu para não atuar contra o Audax.
- O Ganso, apesar de ser muito talentoso, é mais fácil de se marcar que o Michel Bastos. O Michel não tem os lampejos de craque do Ganso, não enxerga um lance decisivo como o Ganso, mas a participação dele é muito maior. Ele tem o drible, tem a força de explodir e deixar o adversário para trás. O Ganso não tem isso. Se você colocar um marcador no Ganso o tempo todo, dificilmente ele vai conseguir. O Michel tem a possibilidade de receber a bola marcado e ganhar na força, na velocidade.
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